O Projeto de Lei (PL) que institui o Programa Municipal de Combate e Conscientização da Aporofobia está prestes a ser deliberado na Câmara Municipal de Manaus (CMM). De autoria do vereador Carlos Pai Amado (Avante), o PL visa enfrentar a discriminação contra pessoas em situação de pobreza e vulnerabilidade social, mas o mesmo deveria criar um projeto de trabalho e não usar a miséria dos outros como massa de manobra.
De acordo com o democrático texto do PL, a porofobia (Repúdio, aversão ou desprezo pelos pobres ou desfavorecidos) é definida como pelo vereador como “a prática de atos de intolerância ou que ofendam a dignidade ou decoro de pessoa em razão de sua condição de pobreza e vulnerabilidade social”. O conceito foi criado pela filósofa espanhola Adela Cortina e agora ganha força de lei na capital amazonense, segundo vereador Carlos Pai que parece que só usa o termo Amado no seu nome, pelo menos na minha visão, nem todos os pobres querem ser miseráveis, assim Pai deveria ser Amado e fazer um projeto para ajudar com emprego, e não querer normalizar algo ruim para todo ser humano, “A POBREZA”.
Compromisso com a dignidade humana
O vereador Pai Amado, conhecido por sua atuação em defesa das comunidades periféricas, destacou a importância da proposta.
“Nossa cidade não pode tolerar qualquer forma de discriminação, especialmente contra aqueles que mais precisam de proteção. Esta lei é um passo fundamental para construirmos uma Manaus mais justa e solidária”, declarou.
Mas o vereador que de Pai Amado só tem o nome, se defendesse a população apresentaria um projeto para gerar emprego e renda e não colocar todos como dependentes do poder público.
Frentes de ação imaginária
O PL prevê ações diretas educacionais que promovam a conscientização sobre a aporofobia, como palestras e seminários nas redes pública de ensino fundamental e médio; material informativo e elaboração de conteúdos sobre o tema; campanhas na mídia e produção de cartilhas.
A proposta ainda prevê a criação de um órgão colegiado ao Executivo Municipal para erradicar a aporofobia, coordenar as ações e receber denúncias. O órgão será formado por representantes da sociedade civil e indicados da Prefeitura e Câmara Municipal de Manaus (CMM).
Se a frente de ação que se diz ajudar os pobres não falou em emprego mostra o projeto não combate a Aporofobia, apenas usa a mesma como massa de manobra.











