Em um escárnio sem precedentes com o dinheiro público, a primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, atingiu a marca impressionante de 170 dias fora do Brasil desde o início do governo Lula em 2023. O dado, que supera inclusive o tempo de permanência no exterior do próprio presidente da República em determinados períodos, revela uma “diplomacia do deslumbre” que custa milhões aos cofres da União.
A Diplomacia Sem Voto e Sem Cargo
Diferente de ministros ou diplomatas de carreira, Janja não ocupa cargo eletivo nem possui funções executivas formais. No entanto, sua agenda internacional em 2026 já incluiu passagens pela Coreia do Sul, Emirados Árabes e Estados Unidos, muitas vezes em missões “paralelas” que geram custos duplicados com hospedagem, segurança e comitivas de assessores.
- O Contraste Social: Enquanto a primeira-dama carimba o passaporte em fóruns de luxo em Nova York e Abu Dhabi, o Brasil real enfrenta recordes de feminicídio e uma saúde pública em colapso.
- O Custo da Companhia: Somente em uma viagem isolada a Paris em 2025, o custo estimado ultrapassou os R$ 260 mil apenas em despesas básicas, sem contar o uso de aeronaves da FAB e a mobilização de equipes de apoio.
Fuga da Realidade: O Governo das Malas Prontas
A crítica não é apenas sobre a presença de Janja, mas sobre a prioridade de um governo que parece mais empenhado em projetar uma imagem de “celebridade global” do que em gerir as crises internas.
- Farra das Diárias: O levantamento aponta que o governo pagou dezenas de milhares de reais em diárias para Janja e sua equipe própria em eventos onde a presença do Brasil já estava representada por ministros competentes.
- Desconexão Total: A “farra das viagens” ocorre no exato momento em que o governo discute cortes no orçamento e o povo sente o peso de novos impostos. É o ápice da hipocrisia: austeridade para o cidadão, primeira classe para a elite palaciana.











