O senador pelo Amazonas Plínio Valério (PSDB) voltou a repercutir o fato de os dirigentes das Organizações Não Governamentais (ONGs) não revelarem os valores dos salários durante sessão da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das ONGs, presidida por ele no Senado.
Segundo publicado pelo portal Amazonas 1, Plínio acusa algumas organizações de captar recursos para supostamente combater a pobreza, porém esses recursos não chegam às pessoas.
Questionado pelo relator da CPI, Márcio Bittar (União-AC) se recebia R$ 100 mil mensalmente, o superintendente-geral da Fundação Amazônia Sustentável (FAS), Virgílio Viana, se negou a responder naquele momento o valor dos rendimentos.
“Gostaria que fosse verdade. Eu não tenho nenhum problema em revelar o valor do meu salário, só me reservo o direito de não fazer isso publicamente”, disse Viana, alegando que protocolaria o valor em documento à CPI.
Outra que não revelou o salário foi a diretora-executiva do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), Ritaumaria Pereira. “Eu prefiro não responder a minha remuneração e mandar por escrito por uma questão pessoal”, disse.
A diretora-executiva do Instituto Clima e Sociedade (iCS), Ana Toni, disse que o valor do salário consta no Portal da Transparência e pode ser acessado por qualquer pessoa. “Quanto em relação ao meu salário anterior, se eu pudesse mandar para a comissão, se for necessário, posso mandar por escrito, como foi com os outros convidados”, disse.
Em uma postagem no Instagram, o senador criticou os representantes das ONGs, ao questionar o que eles têm em comum. “Aceitam dinheiro de governos estrangeiros, gastam até 80% entre si e seus dirigentes e se recusam a dizer quanto recebem por mês”, criticou.











