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Foragidos da operação que prendeu MC Ryan incluem suspeitos fora do país e alvos não localizados

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Investigação da PF aponta esquema bilionário de lavagem de dinheiro e mantém pelo menos seis investigados foragidos

A nova fase da Operação Narco Fluxo, que levou à prisão de nomes como MC Ryan SP, revelou que parte dos investigados ainda não foi capturada e segue foragida da Justiça. Segundo apuração divulgada pelo portal Metrópoles, alguns dos alvos continuam sendo procurados desde o dia 15 de abril, quando a ofensiva da Polícia Federal foi deflagrada em vários estados do país.

Entre os foragidos estão suspeitos que não foram localizados durante o cumprimento dos mandados, como Thiago Barros Cabral e Jonatas Cleiton, além de investigados que estavam fora do Brasil no momento da operação, incluindo Letícia Feller e cidadãos estrangeiros de origem chinesa, cujos paradeiros ainda são desconhecidos.

A operação é considerada uma das maiores já realizadas recentemente contra lavagem de dinheiro no país e mira um esquema que teria movimentado valores bilionários por meio de empresas, shows e plataformas digitais. Ao todo, foram expedidos 39 mandados de prisão, mas nem todos foram cumpridos, o que resultou na lista de foragidos que segue sob monitoramento das autoridades.

As investigações apontam que o grupo utilizava uma estrutura sofisticada para ocultar a origem de recursos ilícitos, com movimentações financeiras no Brasil e no exterior. O esquema envolveria o uso de produtoras, influenciadores e até plataformas de apostas para “lavar” dinheiro proveniente do tráfico de drogas e outras atividades ilegais.

Além dos foragidos, diversos nomes conhecidos foram presos na operação, incluindo artistas e influenciadores digitais, o que ampliou a repercussão do caso em todo o país. A Polícia Federal afirma que o trabalho segue em andamento e que novas prisões podem ocorrer a qualquer momento, à medida que os investigados sejam localizados.

O caso evidencia não apenas a dimensão do esquema investigado, mas também a dificuldade das autoridades em capturar todos os envolvidos em operações de grande escala, especialmente quando há conexões internacionais e suspeitos fora do território brasileiro.