Um senador dos Estados Unidos considerou o hacking da China nas principais redes de telecomunicações do país como o mais sério da história. Ainda não se sabe o alcance completo das ações da China e se seus espiões ainda estão presentes nas redes de comunicação estadunidenses.

Essas revelações destacam as crescentes ameaças cibernéticas relacionadas à geopolítica e aos rivais dos Estados Unidos.

No entanto, dentro do governo federal, há divergências sobre como responder a essa situação, com alguns defensores clamando pela criação de uma força cibernética federal independente. De acordo com a CNBC, o Departamento de Defesa pediu ao Congresso para rejeitar essa abordagem.

Por sua vez, a Foundation for Defense of Democracies, um think tank de segurança nacional, é uma das vozes mais proeminentes a favor da criação de novo ramo cibernético. No entanto, a questão vai além de um único grupo.

Imagem ilustrativa para reforço de proteção dos Estados Unidos contra ataques cibernéticos
Há grandes preocupações quanto às invasões chinesas aos dados estadunidenses (Pixels Hunter/Shutterstock)

Afinal, os EUA criarão ou não uma Força Cibernética?

A China tem sido responsabilizada por ataques cibernéticos cada vez mais ousados ​​e frequentes. Acredita-se que o país tenha invadido as redes de telecomunicações dos EUA, incluindo possivelmente as comunicações do presidente eleito Donald Trump e do futuro vice-presidente eleito J.D. Vance.

Isso levanta preocupações sobre a segurança dos dados e a capacidade da China de espionar as comunicações políticas e militares do país. A criação de uma força cibernética federal independente é considerada por muitos como medida necessária para combater essas ameaças e fortalecer a segurança cibernética dos Estados Unidos.

Símbolo de cadeado translúcido; ao lado, dedão de uma pessoa pressionando uma impressão digital
Criação de força cibernética divide opniões (Imagem: Day Of Victory Studio
/Shutterstock)

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