Menu

Documentário que escrutina Alexandre de Moraes ganha nova versão

WhatsApp
Facebook
Telegram
X
LinkedIn
Email
Filme estreia neste domingo, 22, com atualizações exclusivas sobre o escândalo do Banco Master

O jornalista português Sérgio Tavares marcou para este domingo, 22 de março, às 20h (horário de Brasília), o lançamento da versão atualizada do documentário O Falso Juiz, que analisa a atuação do ministro Alexandre de Moraes. A reedição da obra, originalmente intitulada The Fake Judge, agora conta com dublagem para o português brasileiro e insere fatos recentes que sacudiram a cúpula do Judiciário nacional. O filme promete detalhar o escândalo financeiro que envolve o Banco Master e as controvérsias do julgamento que tornou o ex-presidente Jair Bolsonaro inelegível.

A produção audiovisual atravessou dez nações para registrar depoimentos de cidadãos atingidos por decisões do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). O roteiro percorre países como Estados Unidos, Argentina, Bélgica e Índia para sustentar a tese de que o Brasil enfrenta um regime de exceção comandado pela “ditadura da toga”. Segundo o autor, o documentário revela o que ele classifica como a maior conspiração da história do país, expondo mecanismos de censura e perseguição contra milhares de pessoas.

Sérgio Tavares idealizou o projeto logo que enfrentou problemas com a Polícia Federal em solo brasileiro, episódio que atribui a ordens diretas do magistrado. O comunicador afirma que o longa-metragem cumpre uma promessa feita diante de uma multidão na Avenida Paulista em 2023, quando se comprometeu a internacionalizar o grito de revolta contra o sistema judicial. A nova montagem também dedica espaço à trajetória política do deputado Nikolas Ferreira e aos desdobramentos das ações contra os manifestantes de 8 de janeiro.

O elenco de entrevistados reúne figuras centrais da direita, como Eduardo Bolsonaro, Bia Kicis e Daniel Silveira. Além das lideranças políticas, o filme dá voz a refugiados, familiares de Cleriston Pereira e advogados de nomes como o Cacique Cereré e Débora Rodrigues. Ao focar a corrupção e os escândalos financeiros que agora cercam a Corte, Tavares busca oferecer um panorama atualizado da resistência popular contra o “falso juiz” Alexandre de Moraes à frente do tribunal.