Gasto Brasil mostra que país gasta mais rápido e já ultrapassa os 4 trilhões de reais em 2025

Plataforma que monitora as despesas públicas revela aceleração recorde nos gastos; especialistas alertam para aumento da dívida e pressão sobre juros e inflação
Ainda não recebeu a restituição do IR 2025? Descubra se você caiu na malha fina

A Receita Federal informou que 1,29 milhão de declarações do Imposto de Renda 2025 estão retidas em malha fina, o que corresponde a 2,8% do total dos contribuintes. Desse total, 69,2% (894.580 declarações) referem-se a contribuintes com imposto a restituir, 27,9% (360.018 declarações), com imposto a pagar e 2,9%( 37.759) com saldo zero, ou seja , nem a restituir nem a pagar. Se você enviou a declaração do IR 2025, está contando com o recebimento de restituição e não entrou em nenhum dos lotes do ano, é grande a possibilidade de estar com alguma pendência com o Fisco. Cair na malha fiscal (“malha fina”) não significa necessariamente que sua declaração esteja errada, mas talvez você tenha que comprovar algumas informações declaradas. Se for encontrada alguma diferença entre as informações declaradas por você e as informações apresentadas pelas outras entidades, sua declaração será separada para uma análise mais profunda. É o que se chama de malha fiscal, ou “malha fina” como é popularmente conhecida. Os principais motivos de retenção em malha em 2025 No período de 17 de março a 23 de setembro deste ano, a Receita Federal recebeu 45.645.935 declarações do IR 2025, ano-base 2024. Como saber se caí na malha fina Para verificar a situação, os contribuintes devem acessar a página da Receita Federal na internet (www.gov.br/receitafederal), clicar em “Meu Imposto de Renda” , e depois “Extrato do Processamento”. O contribuinte também pode fazer a consulta pelo e-CAC. No item “Pendências de Malha”, o contribuinte pode verificar se sua declaração está em malha e também verificar qual é o motivo pelo qual ela ficou retida. Caso identifique alguma pendência, o contribuinte pode retificá-la, corrigindo as informações. Corrigindo o erro ou pendência, basta enviar uma declaração retificadora, pelo Programa Gerador da Declaração ou pelo aplicativo.
Saiba como usar botão de contestação de Pix para devolver dinheiro por fraudes

O dinheiro será devolvido automaticamente em até 11 dias, sem a necessidade de contato com a central de atendimento do banco
Brasil tem o 2º maior juro real do mundo; taxa atrai capital, mas afeta crédito e investimentos

Apesar de tornar país atraente para investidores, juro real encarece empréstimos e desestimula investimentos produtivos no Brasil
Pix terá botão para contestação a partir de 1º de outubro

Ferramenta estará disponível para todos os usuários nos aplicativos dos bancos e de outras instituições financeiras
Pix parcelado: BC vai adiar lançamento da modalidade

O Banco Central decidiu adiar a estreia do Pix parcelado, que estava prevista para setembro. A modalidade, que hoje já é disponibilizada por algumas instituições financeiras de forma independente, seguirá em análise até que o BC conclua a regulamentação necessária. A informação foi revelada pelo jornal O Globo e confirmada pela Folha junto a fontes ligadas ao tema. A autoridade monetária, até o momento, não se manifestou publicamente sobre a mudança. O comunicado oficial deve ocorrer na próxima semana, durante reunião do Fórum Pix. Segundo os veículos, a definição das regras do novo serviço deve ficar pronta em outubro, enquanto os documentos que detalham a experiência do usuário e os procedimentos operacionais devem ser divulgados apenas em dezembro. Após essa etapa, haverá um período de convivência entre o Pix tradicional e o parcelado. O cronograma original previa que essa fase de transição se encerraria em março de 2026, mas esse prazo ainda será reavaliado. De acordo com as reportagens, a complexidade técnica do projeto foi maior do que o esperado, o que contribuiu para o atraso. Uma das preocupações levantadas está relacionada ao risco de endividamento dos consumidores, já que a facilidade de parcelamento pode induzir à contratação de crédito sem plena compreensão. Especialistas alertam que a operação pode ser confundida com uma simples transferência fracionada, quando na realidade se trata de um empréstimo sujeito a cobrança de juros. Nesse cenário, recomendam que os usuários fiquem atentos às taxas cobradas, comparando-as com outras modalidades de crédito, como o parcelamento de compras no cartão. Hoje, bancos e fintechs que oferecem o produto aplicam juros que variam entre 1,59% e 9,99% ao mês, dependendo do perfil do cliente. As condições, entretanto, mudam conforme a instituição e ainda existem dúvidas sobre os procedimentos em casos de inadimplência. Outro fator que influenciou no adiamento foi a necessidade de redirecionar equipes do Banco Central para reforçar medidas de segurança no sistema financeiro, após recentes ataques cibernéticos que resultaram em desvios milionários. No mês passado, o presidente do BC, Gabriel Galípolo, reforçou o potencial do novo recurso: “Isso vai permitir que as 60 milhões de pessoas que não têm cartão de crédito possam fazer pagamento de valores mais elevados de maneira parcelada com menor tarifa e de maneira mais competitiva”, afirmou durante um evento em São Paulo. Segundo pesquisa realizada pelo Google em julho, 22% dos entrevistados já utilizaram o Pix parcelado. Entre os atrativos, os usuários destacam a flexibilidade do serviço, que não compromete o limite do cartão de crédito. Nesse modelo, a instituição que mantém a conta do cliente assume o financiamento, cobrando juros mensais pelo parcelamento. (Foto: EBC; Fonte: Estado de MG)
Banco do Brasil já prepara plano de contingência diante de possíveis sanções dos EUA

O Banco do Brasil (BB) está elaborando um plano de contingência para lidar com possíveis sanções financeiras adicionais aplicadas pelos Estados Unidos, em decorrência da Lei Magnitsky. O objetivo é proteger clientes, como o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e as operações da instituição, caso as restrições sejam intensificadas. A Lei Magnitsky foi aplicada contra o ministro Moraes no final de julho. No entendimento do governo americano, o ministro ultrapassou suas funções ao restringir liberdades fundamentais e promoveu uma “caça às bruxas ilegal contra cidadãos e empresas americanas e brasileiras”. A agência Bloomberg informou que o Banco do Brasil, maior instituição financeira de capital misto do país, está alinhando a estratégia com orientações jurídicas de escritórios de advocacia nos Estados Unidos. O governo brasileiro, principal acionista do banco, também solicitou análises técnicas de especialistas sobre os métodos de verificação de informações financeiras utilizados pelo governo norte-americano. O BB tem 50 mil clientes nos Estados Unidos e escritórios em Nova York e Miami. Segundo a Bloomberg, o banco estuda migrar parte dessas transações para outras unidades no exterior, como forma de proteger a instituição de possíveis efeitos da Magnitsky. O foco é administrar eventuais impactos das sanções sobre transações internacionais do Banco do Brasil e preservar a confiança no cumprimento das leis vigentes. “As operações ocorrem sempre dentro do marco legal, regulatório e ético, garantindo que as ações institucionais estejam estritamente em conformidade com as normas vigentes no Brasil e nos países onde atua há mais de 80 anos”, informou o Banco do Brasil em nota oficial. Bancos brasileiros foram questionados sobre aplicação da Magnitsky Entre as ações realizadas, o Banco do Brasil reiterou “compromisso absoluto com o cumprimento das leis brasileiras e internacionais às quais está sujeito”. A instituição busca detalhar riscos e responsabilidades relacionadas ao Office of Foreign Assets Control (OFAC), o órgão dos EUA responsável pela aplicação das sanções. Os bancos brasileiros começaram a receber na terça-feira (2) uma notificação do OFAC indagando como estão cumprindo as sanções impostas ao ministro. Bancos brasileiros estão, indiretamente, sujeitos a orientação da OFAC porque operam no mercado internacional, usando o dólar. Caso descumpram a aplicação da Magnitsky, as instituições podem ser multadas e seus executivos punidos individualmente.
Banco do Brasil lança recurso de ‘vaquinha virtual’ para clientes. Veja como funciona

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