Por: Redação MVE
MANAUS (AM) — O empresário Erivelton da Frota Magalhães, de 41 anos, proprietário de uma rede de hotéis na região central de Manaus, foi resgatado pela polícia nesta quinta-feira (27), após passar a noite sob o poder de criminosos.
Segundo as informações iniciais, o empresário foi mantido em um cativeiro no bairro Viver Melhor, na zona Norte da capital. Durante o período em que permaneceu como refém, ele teria sofrido agressões físicas.
O sequestro aconteceu por volta das 20h50 de quarta-feira (26), nas proximidades da Praça das Araras, localizada na rua General Glicério, bairro Cachoeirinha, zona Sul de Manaus.
Testemunhas relataram que Erivelton havia acabado de jantar e caminhava em direção ao seu veículo quando foi surpreendido por três homens armados e com os rostos cobertos. O grupo rendeu o empresário e o obrigou a entrar em um Fiat Mobi de cor cinza.
Veículo foi abandonado
Uma característica do carro utilizado pelos sequestradores ajudou na identificação: o vidro traseiro estava quebrado e coberto por um plástico.
Horas depois do crime, o veículo, que teria sido alugado pelos criminosos, foi encontrado abandonado na rua Bacabal, no Conjunto Boas Novas, também na zona Norte de Manaus.
Após perceberem o desaparecimento, familiares procuraram a Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) e registraram a ocorrência.
As forças de segurança iniciaram as buscas e localizaram o empresário em um cativeiro no bairro Viver Melhor. As circunstâncias exatas do resgate ainda não foram detalhadas pelas autoridades.
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Polícia procura envolvidos
Depois de ser resgatado, Erivelton foi encaminhado à Delegacia Especializada em Roubos, Furtos e Defraudações (DERFD), onde prestou depoimento e foram realizados os procedimentos relacionados à investigação.
Equipes das polícias Civil e Militar continuam realizando diligências para identificar, localizar e prender os integrantes da quadrilha responsável pelo sequestro.
Até a publicação desta matéria, não havia confirmação oficial sobre prisões. A motivação do crime e a possível exigência de pagamento para libertar a vítima também permanecem sob investigação.
As informações iniciais foram divulgadas pelo Portal CM7.











