Por: Redação MVE
Davi Brito e Mani Reggo não chegaram a um acordo durante a audiência de conciliação realizada na quarta-feira (26). Com o fim da tentativa de entendimento, a disputa envolvendo o reconhecimento de união estável continuará tramitando na Justiça da Bahia.
A audiência aconteceu de forma virtual e contou com a participação dos dois. Como o processo corre em segredo de Justiça, os valores, propostas e argumentos apresentados pelas partes não foram divulgados.
O processo deverá agora prosseguir para a análise do recurso apresentado pela defesa de Davi Brito.
Decisão anterior foi favorável a Mani
Em abril de 2025, Mani obteve uma decisão favorável em primeira instância, que reconheceu a existência de uma união estável entre ela e o vencedor do BBB 24.
Davi, no entanto, contestou o entendimento e apresentou recurso. Caberá a uma turma julgadora do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) analisar a apelação e decidir se mantém ou modifica a sentença.
Como ainda existe recurso pendente, não há uma decisão definitiva sobre o caso.
Relacionamento terminou após o BBB 24
Davi e Mani mantiveram um relacionamento por aproximadamente um ano e seis meses. Durante a participação do baiano no BBB 24, Mani ganhou visibilidade ao apoiar publicamente o então companheiro e organizar uma torcida fora do programa.
O relacionamento chegou ao fim pouco depois da vitória de Davi no reality show, em abril de 2024. Na época, declarações do ex-BBB sobre o status da relação causaram grande repercussão nas redes sociais.
Após o término, Mani procurou a Justiça para pedir o reconhecimento e a dissolução da união estável.
Processo pode ter reflexos patrimoniais
O reconhecimento definitivo de uma união estável pode produzir efeitos sobre a divisão dos bens adquiridos durante o período reconhecido judicialmente.
Por esse motivo, o processo também poderá discutir quais bens e valores foram conquistados enquanto os dois mantinham a relação. Eventuais efeitos sobre o patrimônio acumulado por Davi durante sua participação no BBB 24 dependerão da delimitação do período da união e da decisão final da Justiça.
A ausência de acordo não significa vitória ou derrota definitiva para nenhum dos dois. A controvérsia seguirá para julgamento, e ambas as partes ainda poderão apresentar seus argumentos no processo.











