Por: Redação MVE
A Copa do Mundo de 2026 reúne algumas das principais seleções do planeta e, consequentemente, técnicos de renome internacional. Entre eles, quem ocupa o topo da lista dos treinadores mais bem pagos do torneio é o italiano Carlo Ancelotti, comandante da Seleção Brasileira.
Segundo levantamento divulgado pela imprensa internacional e repercutido pelo ge, Ancelotti recebe cerca de R$ 63 milhões por ano, tornando-se o treinador com o maior salário entre todos os participantes do Mundial. O valor reflete a aposta da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) em um dos técnicos mais vitoriosos da história do futebol.
O italiano chegou ao comando da Seleção após uma trajetória marcada por títulos em grandes clubes europeus, incluindo passagens por Milan, Chelsea, Paris Saint-Germain, Bayern de Munique e Real Madrid.
Top 10 técnicos mais bem pagos da Copa
O ranking mostra o domínio de profissionais que comandam seleções tradicionais e que acumulam experiência em grandes competições internacionais.
1. Carlo Ancelotti (Brasil)
Salário anual: R$ 63 milhões
2. Thomas Tuchel (Inglaterra)
Salário anual: R$ 38 milhões
3. Mauricio Pochettino (Estados Unidos)
Salário anual: R$ 37 milhões
4. Julian Nagelsmann (Alemanha)
Salário anual: R$ 29 milhões
5. Didier Deschamps (França)
Salário anual: R$ 24 milhões
6. Luciano Spalletti (Itália)
Salário anual: R$ 19 milhões
7. Ronald Koeman (Holanda)
Salário anual: R$ 18 milhões
8. Roberto Martínez (Portugal)
Salário anual: R$ 17 milhões
9. Murat Yakin (Suíça)
Salário anual: R$ 14 milhões
10. Marcelo Bielsa (Uruguai)
Salário anual: R$ 13 milhões
Investimento alto e pressão por resultados
A liderança de Ancelotti no ranking evidencia o tamanho da expectativa depositada sobre o treinador italiano. Contratado para recolocar o Brasil no caminho dos títulos mundiais, ele chega à competição sob forte pressão para conquistar o hexacampeonato.
A estreia da Seleção Brasileira diante do Marrocos também marca o início da avaliação prática do trabalho do treinador, que assumiu a missão de encerrar um jejum que já dura desde a conquista da Copa do Mundo de 2002.
Além de Ancelotti, a lista mostra a valorização crescente dos técnicos no futebol internacional. Treinadores deixaram de ser apenas estrategistas à beira do campo e passaram a ocupar papel central nos projetos esportivos das federações, justificando salários cada vez mais elevados.
Com o Mundial em andamento, o desempenho dentro das quatro linhas será o principal critério para julgar se os investimentos milionários feitos pelas seleções realmente valerão a pena.











