Por MVE
O presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), manifestou-se por meio de nota oficial repudiando as reportagens baseadas em diálogos extraídos de seu celular e de terceiros pela Polícia Federal. A assessoria do parlamentar afirmou que os trechos divulgados tratam de foro estritamente pessoal e ressaltou que as conversas não indicam qualquer tipo de conduta ilegal.
Críticas ao vazamento e acusação de “sensacionalismo”
No comunicado divulgado à imprensa, a equipe de Alcolumbre classificou as publicações como um “injusto ataque” pautado por “sensacionalismo barato” e movido por “interesses ilegítimos”. A nota ressalta que o conteúdo traz conversas de caráter pessoal que não possuem qualquer relação com a prática de ilícitos ou desvio de função pública.
“A Revista Veja promove mais um injusto ataque ao Presidente do Congresso Nacional, dessa vez lançando mão de supostas mensagens de teor pessoal, inclusive de terceiros, que não indicam ilegalidade alguma. Esse sensacionalismo barato, movido por interesses ilegítimos, veio acompanhado da mais absoluta falta de ética”, diz trecho do posicionamento oficial.
A defesa do senador pontuou ainda que não foi cumprida a regra básica do jornalismo de checagem e de ouvir a parte atingida antes da veiculação do material.
Ações judiciais e busca por responsabilização
O presidente do Senado e do Congresso adiantou que adotará todas as medidas judiciais cabíveis para reparar os danos causados à sua imagem e restabelecer a verdade. De acordo com a nota, a ofensiva busca atingir sua trajetória pública, mas não intimidadará a atuação da Presidência do Congresso Nacional.
Entenda o caso
Os diálogos em questão foram extraídos do celular do empresário Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master, em investigações da Polícia Federal sobre o mercado financeiro. As mensagens divulgadas expõem momentos de proximidade e trocas de mensagens fraternas entre o banqueiro e o senador, além da organização de encontros e eventos sociais. A defesa de Alcolumbre reitera que as interações pertencem à esfera pessoal e não configuram irregularidades.











