Menu

ELEIÇÕES 2026: David Almeida amarga último lugar e lidera rejeição em nova sondagem para o Governo

WhatsApp
Facebook
Telegram
X
LinkedIn
Email
Após deixar a Prefeitura de Manaus, ex-prefeito enfrenta dificuldades para decolar na disputa estadual; Omar Aziz e Arthur Neto polarizam as intenções de voto.

​O ex-prefeito de Manaus, David Almeida (Avante), enfrenta o seu momento mais desafiador desde que deixou o cargo para focar na sucessão estadual. Segundo os dados mais recentes de intenção de voto para o Governo do Amazonas em 2026, David aparece na última colocação entre os principais nomes da disputa. Mais do que o baixo desempenho numérico, o que acendeu o alerta no comitê do Avante foi o índice de rejeição, que hoje é o maior entre todos os pré-candidatos.

​O Peso da Saída da Prefeitura

​Analistas políticos apontam que o isolamento de David Almeida é reflexo do desgaste natural após quatro anos de gestão na capital e da perda da “vitrine” administrativa. Enquanto seus principais adversários ocupam cargos de destaque ou articulam alianças robustas, David tenta manter a relevância sem o controle da máquina municipal.

  • Liderança em Rejeição: David Almeida aparece com os maiores índices de “não votaria de jeito nenhum”, superando nomes como o senador Omar Aziz e o ex-prefeito Arthur Virgílio Neto.
  • Dificuldade de Expansão: Além de perder terreno em Manaus, o ex-prefeito encontra forte resistência no interior do estado, onde sua imagem ainda é estritamente ligada à capital.

​Cenário Polarizado

​Enquanto David Almeida tenta estancar a queda, o cenário estadual desenha uma polarização clara. O senador Omar Aziz (PSD), que articula sua entrada no governo via eleição indireta na Aleam, lidera as pesquisas ou aparece em empate técnico com Arthur Virgílio Neto.

​Abaixo deles, nomes como o Capitão Alberto Neto (PL) também apresentam crescimento, deixando David Almeida isolado na base da tabela.

​Estratégia de Sobrevivência

​Nos bastidores, o grupo político de David Almeida estuda uma mudança de rota. A alta rejeição pode forçar o ex-prefeito a buscar uma composição como vice ou focar em uma vaga no Legislativo para evitar uma derrota acachapante nas urnas em outubro.

​A “armadilha política” citada por adversários parece ter surtido efeito: ao sair da prefeitura para tentar o governo, David abriu mão de um território seguro para entrar em uma disputa onde, até agora, não conseguiu encontrar seu espaço.