O Polo Base da Casa de Saúde Indígena (CASAI) de Humaitá passou a funcionar em nova sede, localizada na rua Pedro Alcântara Barcelar, nº 1501, no bairro Nova Humaitá. A inauguração ocorreu nesta quinta-feira e reuniu autoridades civis, militares, lideranças indígenas e representantes de órgãos federais e municipais, marcando um importante avanço na estrutura de atendimento à saúde indígena no município.
Participaram da solenidade o coordenador distrital de Saúde Indígena de Porto Velho, Isaac Israel Gomes Oliveira, o presidente do Conselho Distrital Indígena do DSEI Porto Velho, Aurélio Tenharin, e o diretor administrativo do Polo Base da CASAI de Humaitá, Ivanildo Tenharin. Também estiveram presentes o prefeito em exercício de Humaitá, Antônio Carlos Martins (Totinha), e o presidente da Câmara Municipal, vereador Manuel Domingos.
Entre as autoridades convidadas estiveram ainda o comandante do 54º Batalhão de Infantaria de Selva (54º BIS), Pedro Amorim Neto, o coordenador regional da FUNAI em Humaitá, Raimundo Parintintim, o secretário municipal de Assuntos Indígenas, Antônio Enésio Tenharim, o coordenador geral da OPIAM, Nilcélio Diarroi, e o comandante do Corpo de Bombeiros, José Wilson.
A solenidade contou com a participação de importantes lideranças indígenas, entre elas os caciques João Sena (Tenharin), Léo (Tenharin), Severino (Parintintin), Domingos (Tenharin) e Boreá Juma, reforçando o protagonismo dos povos indígenas no fortalecimento das políticas públicas voltadas à saúde.
Durante o evento, a banda do 54º BIS executou o Hino Nacional Brasileiro e realizou uma breve apresentação musical, abrilhantando a cerimônia e prestando homenagem aos presentes.
Atualmente, a CASAI de Humaitá conta com cerca de 60 servidores da saúde indígena, entre profissionais conveniados e terceirizados, e atende aproximadamente 1.300 indígenas, oriundos de 27 aldeias pertencentes a 10 povos de diferentes etnias.
De acordo com o diretor administrativo Ivanildo Tenharim, a nova sede representa um avanço significativo.
“O espaço é mais adequado, confortável e acolhedor, tanto para os profissionais quanto para os indígenas atendidos, garantindo mais dignidade e qualidade no serviço prestado”, destacou.
*Com informações noticiasdaamazonia











