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Como seria um possível governo Tadeu de Souza segundo projeções de Hissa Abrahão

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Vice-governador deve assumir comando do Executivo Estadual em 2026

As movimentações políticas que antecedem a disputa pelo Governo do Amazonas em 2026 já começam a desenhar cenários, especulações e projeções sobre como seria uma eventual gestão de Tadeu de Souza. Um dos cenários discutidos nos bastidores, atribuído ao ex-deputado Hissa Abrahão, apresenta uma possível reorganização do primeiro escalão estadual, envolvendo mudanças em nove pastas estratégicas a partir de abril de 2026.

Embora não haja confirmação oficial, o conjunto de nomes ventilados permite compreender a lógica administrativa e política que poderia orientar um governo liderado por Tadeu combinando perfis técnicos, reacomodações internas e novos atores no centro das decisões.

Saúde: Fernanda Aryel Almeida substituiria Nayara Marksoud

Segundo as projeções, a Secretaria de Saúde passaria por uma mudança de comando, indicando uma possível renovação interna e ajustes no modelo de gestão adotado atualmente. A entrada de Fernanda Aryel Almeida sinalizaria a busca por maior alinhamento com a estrutura administrativa defendida por Tadeu.

Educação: Gedeão Amorim assumiria o lugar de Arlete Mendonça

Um eventual retorno de Gedeão Amorim à Educação reforçaria a aposta em gestores experientes na área, especialmente em um momento de reorganização pedagógica e administrativa. A alteração sugere uma tentativa de imprimir ritmo político e técnico à pasta.

Secretaria de Governo: Arone Bentes entraria no lugar de Sérgio Litaif

A troca indicaria uma reestruturação do núcleo de articulação política. Arone Bentes assumiria uma função central no diálogo com a Assembleia Legislativa, setores internos do governo e lideranças municipais, desempenhando papel chave na governabilidade.

Segurança Pública: Sérgio Fontes substituiria Coronel Vinícius

A chegada de Sérgio Fontes, nome de histórico respeitado na área, apontaria para a busca por estabilidade e experiência na condução da segurança pública. A mudança representa uma aposta em comando técnico e alinhado institucionalmente.

Cultura: Rossy Amoedo assumiria no lugar de Caio André

A possível substituição revela intenção de reaproximação com setores culturais e de atualização da política pública para a área. A entrada de Rossy Amoedo poderia marcar uma nova etapa de diálogo e modernização da pasta.

Amazonprev: Lidianne Fontenelle substituiria Evilázio Nascimento

A previdência estadual, uma das áreas mais sensíveis da máquina pública, também passaria por alteração. A entrada de Lidianne Fontenelle apontaria para uma reorganização administrativa e possível mudança no relacionamento com servidores ativos e inativos.

Fazenda: Luiz Gonzaga “Lo” entraria no lugar de Alex Del Giglio

Uma eventual mudança na Secretaria da Fazenda tem impacto direto sobre toda a estrutura governamental. A entrada de Luiz Gonzaga “Lo” sugeriria uma reconfiguração do modelo fiscal e financeiro, com novos critérios e prioridades na gestão do orçamento estadual.

Casa Civil: Daniel Nogueira substituiria Flávio Antony

A Casa Civil, considerada o eixo de articulação interna do governo, passaria a ser comandada por Daniel Nogueira, caso as projeções se confirmem. A mudança reforça a expectativa de ajustes no fluxo decisório e na coordenação das secretarias.

Sedurb: Rossemiro Teixeira Neto assumiria no lugar de Marcellus Campêlo

A pasta de Desenvolvimento Urbano, responsável por obras estruturantes e reorganização do espaço urbano, teria nova direção com Rossemiro Teixeira Neto. Isso indicaria a continuidade, mas com ajustes na execução de projetos estratégicos.

Embora ainda especulativo, o cenário oferece um retrato inicial de como poderia ser estruturado um eventual governo Tadeu e quais seriam suas primeiras escolhas estratégicas.