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Sasi vai inaugurar nova sede em Manaus; evento marca novo capítulo da inovação GovTech na Amazônia

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Manaus ganhará um novo marco no ecossistema de inovação. A SASI, reconhecida como a primeira startup Govtech multinacional da Amazônia, inaugura dia 04 de dezembro, sua nova sede institucional na capital amazonense, um prédio ultramoderno, com mais de 4.000 metros quadrados e um robusto data center integrado, reafirmando o protagonismo da região no cenário tecnológico brasileiro.

A cerimônia marcará um passo importante na trajetória da empresa, que desde 2019 vem reinventando a forma como governos e cidadãos se comunicam.

Uma história que nasceu na Amazônia — e alcançou o mundo.

Fundada em Manaus, a SASI surgiu com uma missão clara: simplificar a comunicação entre instituições públicas e a população, oferecendo ferramentas acessíveis, intuitivas e eficazes. O que começou como um projeto ousado de um grupo de especialistas em tecnologia tornou-se, em apenas seis anos, uma referência nacional e internacional no setor Govtech.

Os aplicativos e plataformas da SASI, hoje utilizados diariamente por milhões de brasileiros, dão suporte a serviços públicos essenciais — incluindo assistência social, educação, vigilância em saúde e segurança pública. A proposta sempre foi a mesma: unir tecnologia avançada a soluções que realmente fazem diferença na vida das pessoas.

Para o CEO da empresa, Yoram Yaeli, a inauguração da nova sede representa mais que um avanço operacional — é um marco simbólico.

“A infraestrutura moderna da nova sede com data center para servidores de IA local é um passo essencial na nossa trajetória de

virar um gigante tecnológico amazônico. Estamos afirmando hoje o nosso compromisso com o desenvolvimento regional. A SASI representa a realização do sonho do “Polo Digital” de Manaus, uma

empresa com impacto ambiental mínimo que abre oportunidades de empregos de alta tecnologia para nossos jovens talentosos”,

Confiança construída com resultados

A credibilidade da SASI é sustentada pela confiança de cidadãos e governos. Milhões de brasileiros utilizam diariamente as soluções da empresa para acessar programas sociais e serviços públicos, fortalecendo o elo entre governo e sociedade.

O reconhecimento também ultrapassou fronteiras. Nos últimos anos, a SASI expandiu suas operações para países do Oriente Médio, África e Sul da Ásia, inaugurando um escritório estratégico em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. Essa expansão internacional comprova que uma tecnologia desenhada na Amazônia tem capacidade de atender — com excelência — às demandas de mercados emergentes ao redor do mundo.

Tecnologia com propósito

Baseada no Polo Digital de Manaus e com distribuição internacional em Dubai, a SASI opera com uma plataforma tecnológica personalizável impulsionada por IA. Essa estrutura permite que organizações públicas e privadas criem aplicativos integrados a sistemas de monitoramento e coleta de dados, simplificando operações complexas.

A filosofia “Be Water” — leve, adaptável e fluida — resume a essência da empresa: soluções que se moldam às necessidades dos clientes, evitando entraves e priorizando eficiência.

Com esse conceito, a SASI hoje é utilizada para fornecer serviços digitais em áreas como:

  • Benefícios sociais,
  • Educação,
  • Saúde,
  • Segurança pública.

Sua atuação a consagra como a primeira Govtech multinacional nascida na Amazônia, um título que reforça a maturidade e a força da tecnologia regional.

Um novo capítulo para a inovação amazonense

Com a inauguração da nova sede, a SASI abrirá as portas para uma nova fase, unindo infraestrutura de ponta, impacto social e expansão global. O prédio, além de abrigar equipes técnicas e administrativas, representa um movimento de valorização da tecnologia produzida na região Norte.

A cerimônia, deve reunir autoridades, parceiros e colaboradores, marca o início de um ciclo ainda mais ambicioso — e reforça que a Amazônia não apenas produz tecnologia, como exporta inovação para o mundo.

A SASI segue crescendo, conectando pessoas, rompendo barreiras e mostrando que, quando a Amazônia decide inovar, o impacto é global.