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Maria do Carmo chama David Almeida de político de “esquerda” após aprovação da Reforma da Previdência

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A empresária destacou a desvalorização de David aos servidores

A pré-candidata ao Governo do Amazonas nas eleições de 2026, Maria do Carmo Seffair (PL), criticou nesta sexta-feira (07) nas redes sociais, o prefeito de Manaus, David Almeida (Avante) e afirmou que ele tem “características da esquerda” após a aprovação da Reforma da Previdência municipal, articulada por sua base aliada na Câmara Municipal, por 30 votos a 10. Ela também classificou a gestão de David como “desastrosa”. Maria do Carmo tem feito críticas recorrentes ao prefeito, que deve ser seu adversário na próxima eleição.

“Parece até que a Câmara virou uma extensão do gabinete do prefeito. E esse prefeito que, cada vez mais, tem mostrado características da esquerda: fala uma coisa na campanha, e quando chega ao poder, faz outra. Promete defender o povo, mas defende mesmo é o próprio interesse. Diz que é diferente, mas age igualzinho aos que ele criticava”, declarou.

No vídeo, a pré-candidata contou que começou a ministrar aulas aos 16 anos e afirmou que o professor é “quem mais sofre com as decisões do poder público” e que a profissão é “menosprezada pelos governantes”. As declarações ocorreram em meio às manifestações do sindicato dos professores e pedagogos de Manaus, que protestaram nesta sexta (07) na Praça da Polícia, no Centro da cidade.

“A Câmara Municipal aprovou, sob protesto dos professores, a Reforma da Previdência Municipal, uma reforma que vai prejudicar quem dedicou a vida inteira à educação. Bonito, né? Premiar quem mais se dedica com mais sacrifício”, disse em tom de ironia.

Maria do Carmo afirmou ainda que a reforma “pode até ser necessária”, mas que o Executivo municipal deveria ter apresentado uma proposta “mais justa”. Ela foi enfática ao declarar que David Almeida preferiu “empurrar a conta” para os servidores.

A pré-candidata também parabenizou os vereadores do PL, conhecidos como integrantes da “bancada da bala” na Câmara Municipal — Capitão Carpê, Sargento Salazar e Coronel Rosses — que votaram contra a reforma.