As testemunhas arroladas pela defesa do general Augusto Heleno, ex-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) na gestão Jair Bolsonaro (PL), negaram a narrativa construída de que o militar e o ex-presidente da República teriam articulado uma suposta tentativa de golpe de estado. 

Ao todo, dez testemunhas prestariam depoimento ao Supremo Tribunal Federal (STF) na tarde desta segunda-feira, 26. No entanto, Ivan Gonçalves e Asdrubal Rocha Saraiva foram liberados. Os demais oito depoentes negaram que Heleno teria discutido um golpe de Estado com integrantes do GSI ou que teria dificultado a transição de governo. 

Foram ouvidos nesta segunda-feira:

Alexandre de Moraes, durante sessão plenária do STF (14/5/2025) | Foto: Fellipe Sampaio/STF
Alexandre de Moraes conduz a oitiva das testemunhas | Foto: Fellipe Sampaio/STF

Testemunhas falam sobre a suposta tentativa de golpe

O advogado de defesa do general Heleno, Matheus Mayer Milanez, indagou as testemunhas sobre a atuação do ex-chefe do GSI dentro do órgão. Durante suas explanações, perguntou aos depoentes se o gabinete teria sido usado como um instrumento político — o que também foi negado por todos. 

Leia o que cada testemunha falou:

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