Por: Redação MVE
A Seleção Brasileira chega à reta final de preparação para a Copa do Mundo de 2026 com um elenco recheado de estrelas — e salários milionários. Sem Neymar entre os dez primeiros colocados, o ranking dos jogadores mais bem pagos da equipe tem Vinicius Jr como líder isolado, seguido por Casemiro e Raphinha.
O levantamento, baseado em dados do site Capology e estimativas de mercado, considera apenas os salários pagos pelos clubes aos atletas, sem incluir bônus, patrocínios ou receitas publicitárias.
Vinicius Jr, do Real Madrid, ocupa a primeira posição com vencimentos estimados em cerca de R$ 146 milhões por ano, consolidando não apenas o posto de principal nome da Seleção dentro de campo, mas também como o atleta mais bem pago do elenco.
Na segunda colocação aparece Casemiro, do Manchester United, com aproximadamente R$ 122 milhões anuais, seguido por Raphinha, do Barcelona, que fecha o pódio com cerca de R$ 97 milhões por temporada.
Na sequência aparecem nomes como Ederson, Marquinhos, Fabinho, Gabriel Martinelli, Matheus Cunha, Ibañez e Bruno Guimarães, todos com salários que reforçam a forte presença de jogadores brasileiros em grandes clubes europeus e no mercado do Oriente Médio.
Confira os salários dos jogadores da seleção brasileira
- Vini Jr. (Real Madrid) – R$ 146,25 milhões
- Casemiro (Manchester United) – R$ 122,67 milhões
- Raphinha (Barcelona) – R$ 97,52 milhões
- Ederson (Fenerbahçe) – R$ 92,49 milhões
- Fabinho (Al-Ittihad) – R$ 81,90 milhões
- Marquinhos (PSG) – R$ 78,68 milhões
- Gabriel Martinelli (Arsenal) – R$ 63,09 milhões
- Matheus Cunha (Manchester United) – R$ 63,09 milhões
- Ibañez (Al-Ahli) – R$ 57,21 milhões
- Bruno Guimarães (Newcastle) – R$ 56,08 milhões
O fato que mais chama atenção no levantamento é a ausência de Neymar entre os dez primeiros colocados. O atacante, que já foi por anos o brasileiro mais bem pago do mundo, aparece fora do top 10 quando considerados apenas salários de clubes, segundo as estimativas utilizadas no ranking.
Especialistas apontam que a mudança reflete tanto a transição de gerações na Seleção quanto a valorização crescente de jogadores mais jovens em clubes de elite da Europa, especialmente na Premier League e na La Liga.
A diferença entre os atletas também chama atenção: o líder Vinicius Jr recebe quase o triplo do valor pago a jogadores que aparecem nas últimas posições do ranking, evidenciando a disparidade salarial mesmo dentro da própria Seleção Brasileira.
O cenário reforça a realidade de uma Seleção cada vez mais globalizada, com atletas espalhados por algumas das ligas mais ricas do mundo e com contratos que refletem diretamente o poder financeiro dos clubes europeus e do futebol do Oriente Médio.
