De acordo com a FNP, a falta de doses, já constatada no Rio de Janeiro e Salvador, deve-se a “sucessivos equívocos do governo federal na coordenação do enfrentamento à covid-19”.
A entidade ressaltou que “é urgente que o país tenha um cronograma com prazos e metas estipulados para a vacinação de cada grupo” baseando-se em critérios como idade, doenças crônicas e categorias de profissionais.
No dia 14 de janeiro, a FNP pediu a Pazuello reuniões periódicas com o grupo de 130 governantes de cidades médias e grandes do país. “Ficou acordado que a cada 10 dias o ministro se reuniria com a comissão de prefeitos. Desde então, passados mais de 30 dias, nenhum agendamento foi feito”, diz trecho da nota.
Na avaliação do grupo, a ênfase do governo Bolsonaro à política de liberação de armas e à chamada “pauta de costumes” é “um desrespeito com a história dos mais de 239 mil mortos e uma grave desconsideração com a população. Prefeitas e prefeitos reafirmam que a prioridade do país precisa ser, de forma inequívoca, a vacinação em massa.”











