Nesta segunda-feira, 25, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), abriu prazo de 15 dias para a apresentação das alegações finais no julgamento da ação penal que investiga o “núcleo 3” da suposta tentativa de golpe.
Composta de nove militares ligados às Forças Especiais do Exército — conhecidos como “kids pretos” — e a um policial federal, a ação aponta o planejamento de operações para manter o então presidente Bolsonaro ilegalmente no poder.
Os réus enfrentam acusações por organização criminosa armada, golpe de Estado, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado. Eis a lista:
- Bernardo Romão Correa Netto — coronel;
- Estevam Theophilo — general;
- Fabrício Moreira de Bastos — coronel;
- Hélio Ferreira — tenente-coronel;
- Márcio Nunes de Resende Júnior — coronel;
- Rafael Martins de Oliveira — tenente-coronel;
- Rodrigo Bezerra de Azevedo — tenente-coronel;
- Ronald Ferreira de Araújo Júnior — tenente-coronel;
- Sérgio Ricardo Cavaliere de Medeiros — tenente-coronel; e
- Wladimir Matos Soares — policial federal.
Alexandre de Moraes seria vítima do ‘plano’

Conforme a Procuradoria-Geral da República, os militares empreenderam “ações de campo” para o “monitoramento e a neutralização de autoridades” no fim de 2022.
Entre essas pessoas, estariam Moraes e o presidente Lula. Além disso, os membros seriam os responsáveis pelos esquemas Plano Punhal Verde e Amarelo, Operação Copa 2022 e Operação Luneta.











