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Maduro e sua mulher vão ser julgados nos EUA, diz procuradora-geral

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O ditador da Venezuela e a primeira-dama foram presos na madrugada deste sábado, 3, depois de ação militar dos Estados Unidos no país sul-americano

A procuradora-geral dos EUA, Pam Bondi, informou na manhã deste sábado, 3, que o ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, e sua mulher, Cilia Flores, serão julgados nos Estados Unidos.

Em postagem no X, Bondi disse que Maduro e Flores foram indiciados no Distrito Sul de Nova York por diversos crimes: conspiração para narcoterrorismo, conspiração para importação de cocaína, posse de metralhadoras e dispositivos explosivos e conspiração para posse de metralhadoras e dispositivos explosivos contra os Estados Unidos.

O casal foi capturado na madrugada deste sábado, 3, depois de um ataque dos EUA à Venezuela, que atingiu Caracas e pontos em três Estados.

“Maduro enfrentará a severidade da Justiça norte-americana”

Na postagem no X, Pam Bondi disse que “em breve, eles enfrentarão toda a severidade da Justiça americana em solo americano, em tribunais americanos”. “Em nome de todo o Departamento de Justiça dos EUA, gostaria de agradecer ao presidente Trump por ter a coragem de exigir responsabilização em nome do povo americano, e um enorme agradecimento às nossas bravas Forças Armadas que conduziram a incrível e bem-sucedida missão de captura desses dois supostos narcotraficantes internacionais.”

Mais cedo, o senador Mike Lee havia adiantado a informação de um possível julgamento de Maduro nos EUA, depois de conversa com o secretário de Estado, Marco Rubio. Segundo Lee, o secretário lhe informou que o ditador seria “julgado por acusações criminais nos Estados Unidos, e que a ação militar que vimos esta noite foi empregada para proteger e defender aqueles que executavam o mandado de prisão”.

O senador ainda afirmou que “essa ação provavelmente se enquadra na autoridade inerente do presidente, conforme o artigo 2º da Constituição, para proteger o pessoal dos EUA de um ataque real ou iminente”.