Por: Gabriel F. Melo
A gestão de Luiz Inácio Lula da Silva tem se mostrado um verdadeiro desastre para o Brasil, acumulando falhas e escândalos que comprometem seriamente qualquer possibilidade de reeleição em 2026. As pesquisas mais recentes evidenciam o descontentamento generalizado da população, refletindo uma administração marcada por incompetência e decisões questionáveis.
De acordo com levantamento da Quaest, a aprovação do governo Lula despencou para 47%, enquanto a reprovação alcançou 49%, superando a aprovação pela primeira vez neste mandato. Esse declínio é resultado direto de uma série de equívocos e promessas não cumpridas que têm caracterizado sua gestão.
No cenário político, a situação é ainda mais alarmante para Lula. Candidatos de direita somam 42% das intenções de voto, com Tarcísio de Freitas (13%), Gusttavo Lima (12%), Pablo Marçal (11%), Romeu Zema (3%) e Ronaldo Caiado (3%) dividindo o eleitorado de oposição, enquanto Lula soma apenas 30%. É importante notar que muitos desses nomes ainda são desconhecidos por uma parcela significativa da população, indicando um potencial de crescimento que pode eclipsar ainda mais a já combalida popularidade de Lula. Tarcísio de Freitas, por exemplo, ainda é desconhecido por 45% da população brasileira, segundo a mesma pesquisa Quaest.
A economia brasileira, sob a gestão de Lula, enfrenta desafios monumentais. O déficit das estatais federais em 2024 atingiu o pior patamar da história, evidenciando uma administração financeira desastrosa. Além disso, a tentativa de desviar a culpa pela alta nos preços dos alimentos para os empresários demonstra uma falta de responsabilidade e de soluções concretas para os problemas que afetam diretamente os brasileiros.
A crise de segurança pública também se agrava, com o aumento da violência contra povos indígenas. Em 2023, 208 indígenas foram assassinados, um aumento de 15% em relação ao ano anterior, segundo relatório do Conselho Indigenista Missionário (CIMI). A inação do governo diante dessas atrocidades é inaceitável e reflete uma negligência criminosa.
No Congresso, a pressão contra Lula se intensifica. O número de pedidos de impeachment contra ele já soma 100 assinaturas, evidenciando uma insatisfação crescente dentro do parlamento. O avanço desse movimento pode representar um sério risco à estabilidade do governo nos próximos anos.
No cenário internacional, a política externa de Lula tem sido marcada por controvérsias e alinhamentos questionáveis. A aproximação com regimes autoritários e a falta de posicionamento firme em questões de direitos humanos mancham a reputação do Brasil no exterior.
Diante desse panorama desolador, é evidente que Lula enfrentará enormes dificuldades para se reeleger em 2026. A população brasileira está cansada de promessas vazias, escândalos e uma gestão que não atende às necessidades do país. A derrocada de Lula é não apenas provável, mas necessária para que o Brasil possa trilhar um caminho de recuperação e prosperidade.