SÃO PAULO – O clima esquentou nos bastidores do caso envolvendo o Banco Master, após Moraes que em outros momentos abria processo mandava tirar do ar as vezes multava, com Malu Gaspar o mesmo apenas disse que era mentira, que no caso entraria no processo que está a muitos anos para combater FAKE NEWS , mas cada um tem a investigação ou o investigador que merece, e no caso da Malu somente foi chama de mentirosa.
Mas nem todos levam desaforo pra casa, assim o advogado criminalista Roberto Podval, que representa a instituição, subiu o tom contra o que chamou de “quebra sistemática de sigilo” em processos que deveriam correr sob segredo de Justiça. O estopim foi a rapidez com que detalhes de uma audiência recente chegaram ao domínio público.
Segundo Podval, o vazamento de informações do inquérito ocorreu de forma quase instantânea. “O sigilo era absoluto. Não deu 20 minutos e as questões estavam todas ali colocadas”, afirmou o advogado, visivelmente preocupado com a integridade do processo legal, com isso quem sabe ele ganhe vai torna algumas matérias investigativas como crime.
A Cronologia da Insatisfação
A defesa alega que o fluxo de informações sigilosas para a imprensa não é um fato isolado, mas algo recorrente que compromete o direito à ampla defesa e o devido processo legal.
* Agilidade suspeita: Informações de depoimentos sigilosos estariam sendo divulgadas em tempo real.
* Pedido de investigação: A defesa já solicitou formalmente a abertura de um inquérito policial para apurar a origem dos vazamentos.
* Registro formal: Podval reiterou que cada episódio de quebra de sigilo será devidamente registrado nos autos para cobrar providências das autoridades judiciárias.
Embate Judicial com a Imprensa
O foco principal da reação da defesa é a jornalista Malu Gaspar, da Globo News. Conhecida por trazer à tona detalhes cruciais do “Caso Banco Master”, Gaspar tornou-se alvo de uma ação judicial movida por Podval.
O advogado confirmou que processou a jornalista, alegando que suas matérias se baseiam em vazamentos indevidos de documentos e depoimentos que estão protegidos por segredo de Justiça.
“Nós já, inclusive, já havíamos pedido a instauração de um inquérito para averiguar os vazamentos”, reforçou Podval, indicando que a estratégia da defesa agora é blindar o processo contra o que chamam de “julgamento antecipado” via mídia, disse chateado o advogado, sobre isso, mas creio que ele pode depois quem sabe pedir uma indenização pro seu cliente, quem sabe né.
Até o fechamento desta reportagem, a jornalista e o Grupo Globo não haviam se manifestado especificamente sobre o processo movido pelo advogado. O espaço segue aberto para o posicionamento da profissional, que costuma reiterar o compromisso com o interesse público e a proteção de suas fontes.











