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Eduardo Braga e Omar Aziz se calam sobre impeachment de Alexandre de Moraes

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Senadores pelo Amazonas não criticam integrantes do STF

Enquanto o Senado Federal ferve na expectativa de alcançar as assinaturas necessárias para o impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, os senadores Eduardo Braga (MDB) e Omar Aziz (PSD) permanecem em silêncio sobre o tema.

Os parlamentares não costumam adotar uma postura de confronto contra Moraes, nem fazer críticas públicas a integrantes da Corte. O Foco analisou, nos últimos dias, as redes sociais dos senadores e não identificou publicações favoráveis ou contrárias ao impeachment. Também não há registro de declarações públicas sobre o assunto.

Ao contrário de seus colegas de Casa, o senador Plínio Valério (PSDB) é firme nas críticas ao STF e já afirmou publicamente, diversas vezes, que assina qualquer pedido de impeachment de ministros da Corte do qual tenha conhecimento.

Segundo o senador Carlos Portinho (PL-RJ), líder da sigla no Senado, o pedido de impeachment de Moraes já conta com o apoio de 40 senadores, faltando apenas uma assinatura para que o processo siga o rito previsto no regimento interno da Casa. Pelo Amazonas, apenas Plínio Valério apoia a proposta. Omar Aziz se posiciona contra, enquanto Eduardo Braga ainda figura como indeciso.

A ofensiva contra Moraes ganhou novos apoios após o ministro impor medidas cautelares ao ex-presidente Jair Bolsonaro, no mês passado.

Além disso, o relator da ação referente aos atos de 8 de janeiro foi alvo de sanções do governo norte-americano em julho, como o cancelamento de seu passaporte. O país, comandado pelo ex-presidente Donald Trump, também aplicou contra o magistrado a Lei Magnitsky, considerada a mais severa.

O impeachment ganhou um novo capítulo na última segunda-feira (4), quando Moraes decretou a prisão domiciliar de Bolsonaro. A medida foi considerada desproporcional por senadores da oposição e intensificou as críticas ao STF.

Enquanto o clima no Senado esquenta, com protestos da oposição no plenário, Braga e Omar seguem em silêncio, sem declarar apoio nem reprovação a um tema de alta sensibilidade institucional: o impeachment de um ministro da Suprema Corte.,

*Com informações foconofato