Nesta quinta-feira, 7, a defesa da aposentada Jucilene da Costa Nascimento, 62, requereu ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), prisão domiciliar para a condenada pelo 8 de janeiro.
A mulher cumpre pena de 14 anos no Presídio Feminino de Florianópolis (SC), por causa da manifestação.
Conforme os advogados Hélio Júnior, Taniéli Telles, Ana Carolina Sibut, Marta Padovani e Luiz Felipe Cunha, a mulher foi agredida na unidade prisional. O ato ocorreu depois de a companheira de cela de Jucilene descobrir seu envolvimento na manifestação de 2023. Jucilene está com presas comuns, segundo a defesa.
“A agressão resultou em lesão evidente na região do olho, configurando hematoma extenso, cuja gravidade impõe sérias preocupações quanto à segurança da apenada no ambiente prisional”, disse a defesa.
“O quadro evidencia falta de condições mínimas de segurança pessoal à custodiada, que vem convivendo com presas de alta periculosidade, estando, assim, exposta a riscos concretos de novas agressões e danos irreversíveis à sua integridade física e mental.”











