Em tom de provocação e desafio à velha política, Coronel Menezes defende que o “filho 02” leve o espírito do bolsonarismo raiz para o Norte e jogue luz sobre o Amazonas, cansado dos mesmos caciques.
Coronel Menezes não mede palavras e desta vez, soltou uma granada política no meio dos caciques do Amazonas. Em declaração ao programa PAPO DE POLÍTICA da Jovem Pan News, o aliado histórico de Jair Bolsonaro sugeriu que Carlos Bolsonaro deveria ser candidato ao Senado pelo Amazonas, um gesto que mistura lealdade, provocação e recado direto aos que insistem em controlar o estado como se fosse um feudo.
“Carlos tem o DNA da direita verdadeira, da resistência contra o sistema. Se o Senado precisa de alguém com coragem, com o sangue do presidente correndo nas veias, que venha disputar pelo Amazonas. O povo daqui não aguenta mais políticos frouxos e coniventes com o sistema”,
A mensagem caiu como um soco político no estômago dos tradicionais. Num estado onde nomes como Eduardo Braga e Plinio Valério disputam reeleição a provocação de Menezes expõe o cansaço com a velha política e a fome de renovação da direita amazonense.
Mais do que um elogio a Carlos Bolsonaro, a fala soa como um ultimato ao bolsonarismo local, fragmentado por vaidades e disputas internas. Menezes sinaliza que, se a direita quiser vencer em 2026, precisará de gente com coragem de romper o conforto das alianças oportunistas.
“Enquanto uns negociam cargos, outros vendem convicções. Eu prefiro ver o Amazonas sendo representado por quem nunca traiu o presidente e nunca se curvou ao sistema”,
Nos bastidores, a ideia foi interpretada como um ataque direto à complacência dos líderes locais e um aceno de Menezes a Jair Bolsonaro, mostrando-se pronto para comandar uma nova ofensiva conservadora no Norte.
Com uma frase, Menezes conseguiu o que poucos fazem: colocar o Amazonas no centro do debate nacional e expor as rachaduras da direita. Se Carlos Bolsonaro aceitar o desafio, a eleição para o Senado de 2026 pode virar o maior terremoto político que o estado já viu.











