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Coronel Menezes dispara: “Brasil corre risco real de perder território para o crime e Brasília segue dormindo”

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Na Jovem Pan, Coronel Menezes não fez rodeios. Disse aquilo que muitos em Brasília evitam admitir, talvez por medo, talvez por conveniência: o crime organizado no Brasil deixou de ser apenas um problema policial e virou ameaça direta à soberania nacional. E não é exagero. É diagnóstico.

“Quem ainda trata facção como caso de delegacia está vivendo em 2005. O crime hoje controla territórios, impõe leis próprias, lucra bilhões e desafia o Estado brasileiro. Isso é soberania”, afirmou.

Enquanto ministros discutem narrativas, o país perde ruas, bairros, estradas, rios e fronteiras para organizações criminosas que já se comportam como Estados paralelos.

E o governo? Entre discursos ideológicos e brigas políticas, assiste, quando não atrapalha quem quer combater de verdade.

Menezes citou o que todos que vivem na região Norte já perceberam: a Amazônia virou corredor estratégico do crime internacional. Facções controlam rotas fluviais, garimpo ilegal, tráfico, armas, lavagem de dinheiro e até serviços clandestinos. São chefes do crime com mais poder operacional do que muitos prefeitos, e em alguns casos, mais influência que governadores.

“Quando traficante decide quem entra e quem sai da comunidade, isso não é crime comum. É domínio territorial. É poder paralelo”, disse Menezes.

E enquanto isso, há quem ache que segurança pública se resolve com discurso ideológico e briga com governadores.

A verdade nua e crua: o crime perdeu o medo.

O Estado, não.

Quando bandido opera como empresa multinacional e autoridade precisa pedir autorização informal para entrar em certo bairro, não estamos mais diante de ‘questão social’. Estamos diante de insurgência criminal, e quem não enxerga isso está sendo cúmplice, por omissão ou conveniência.

Menezes deixou claro que não pretende assistir a esse processo calado. Sua fala tem peso político: é aviso, é alerta e é munição para 2026.

Enquanto parte da classe política se preocupa com alianças eleitorais e cargos, o coronel ecoa o que muita gente pensa: o país está perdendo o controle e quem deveria proteger finge que não vê.

Se o governo federal não reagir com inteligência, força integrada e coragem institucional, o Brasil corre o risco de descobrir tarde demais que não perdeu apenas espaço, perdeu autoridade, liberdade e futuro.

“Porque soberania não se entrega.

Se defende.

E, no Brasil de hoje, está sendo assaltada, a céu aberto”, complementou Menezes.