O influenciador e cantor gospel Jimmy Levy, de 25 anos, foi preso após cantar sem autorização em um shopping de Miami, nos EUA. Em um vídeo publicado nas redes sociais, ele aparece liderando um grupo que cantava músicas religiosas no local e depois sendo levado pelas autoridades.
Jimmy chegou a incentivar os atos golpistas ocorridos no Brasil por grupos bolsonaristas em janeiro e produziu mentiras em seu perfil no Instagram, chegando a divulgar que presos pela invasão e depredação nas sedes dos Três Poderes foram mantidos em um “campo de concentração” e que uma idosa morreu no local, o que foi desmentido.
Com a prisão, o cantor diz que está sendo vítima de intolerância religiosa, mas conta que as iniciativas de fazer louvores em shoppings vão continuar acontecendo em outras cidades do país.
Em suas redes sociais, o cantor gospel desmentiu as informações veiculadas na imprensa e afirmou que foi detido e escoltado pela polícia, mas não preso.
Além disso, ele destacou que sua identidade é única e exclusivamente em Cristo, e não possui qualquer ligação com grupos políticos.
O artista ainda afirmou que a celebração religiosa que participou foi pacífica e bela, em contraponto ao que foi divulgado pelos meios de comunicação brasileiros. Por fim, o cantor gospel repreendeu o que chamou de “operação mock!ngbird“, fazendo referência a uma suposta manipulação da mídia para controlar as informações.
A acusação feita pelo cantor gospel deve servir como um alerta para a importância da ética jornalística e da responsabilidade social dos meios de comunicação antes de taxar as pessoas como extremistas e gerar conflito e divisão social por meio de desinformações.
Jimmy compilou uma série de notícias de portais brasileiros o chamando de extremista e também afirmando, erroneamente, que ele foi preso.