A Câmara Municipal de Manaus (CMM) convocou, após uma semana da posse da deputada Professora Jacqueline (União) na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), o secretário de Cultura do Estado, Caio André, primeiro suplente do União Brasil na vaga do Legislativo municipal.
O atual secretário estadual afirmou que vai continuar na pasta e que vai renunciar à vaga. O próximo na linha de sucessão do União Brasil é o ex-vereador Amauri Gomes, que já assumiu anteriormente o mandato. O médico veterinário afirma que vai continuar o trabalho de fiscalização da Prefeitura de Manaus.
A “dança das cadeiras” envolvendo filiados do União Brasil havia agitado os bastidores da política amazonense recentemente. Após a ida da deputada estadual Joana Darc para a Secretaria de Proteção Animal (Sepet), o cenário deve se repetir: Joana como secretária, Jacqueline como deputada e Amauri Gomes como vereador.
Amauri havia ficado pouco mais de um mês como parlamentar na Câmara Municipal. Apesar do curto período, ele se destacou pela postura de fiscalização e cobrança do Executivo Municipal, sob gestão do prefeito David Almeida (Avante).
Além disso, o então vereador fez duras críticas à base do prefeito na Casa, acusando os aliados de blindarem o que classificou como má gestão do Executivo.
A demora em sua convocação é vista como “retaliação” ao período em que Amauri esteve na CMM, uma vez que o processo anterior ocorreu de forma célere.
O ativista da causa animal comentou sobre seu retorno à Casa, após seguir o processo legislativo previsto no regimento interno da CMM.
“O secretário Caio André já confirmou abertamente em veículos de comunicação que, nesta terça-feira (2), vai pedir sua exoneração da Secretaria de Cultura do Estado (SEC) para assumir a vaga de vereador de Manaus pelo União Brasil e, no mesmo ato, vai pedir seu afastamento, como foi da última vez. Nesse rito, eu assumo novamente como vereador e vou seguir os trabalhos de fiscalização e cobrança, que é exatamente o papel principal do parlamentar. Além de continuar com os Projetos de Lei que já havia protocolado, mas que, com a saída, precisarão voltar do zero — como a criação do Abrigo Municipal para animais que sofrem maus-tratos em Manaus”,











