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Aplicação da Lei Magnitsky contra Alexandre de Moraes é ‘marco histórico’, diz Nikolas

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O parlamentar também criticou 'o silêncio cúmplice de parte da imprensa' e reforçou o pedido de anistia para envolvidos nos atos do 8/1

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) disse que a decisão do governo Trump de sancionar o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), com a Lei Magnitsky “representa um marco na denúncia internacional contra abusos de autoridade no Brasil”.

O governo norte-americano publicou a decisão no início da tarde desta quarta-feira, 30, no site do Tesouro Nacional dos EUA.

A Lei Magnitsky, aprovada pelo Congresso norte-americano em 2012 e expandida em
2016, tem como objetivo permitir que os EUA imponham sanções a indivíduos considerados responsáveis por corrupção ou por violações graves de direitos humanos.

“É simbólico e contundente que uma das maiores democracias do mundo tenha reconhecido os sinais alarmantes de autoritarismo vindos de nossa própria Suprema Corte, especialmente de Moraes”, escreveu o deputado em seu perfil no X. “Esse movimento não surgiu do nada. Vozes brasileiras, como a de Olavo de Carvalho há quatro anos deu o norte, e especialmente de Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo, com dezenas de outros deputados, que há tempos alertam o mundo sobre o que acontece por aqui, ajudaram a abrir essa brecha.”

Nikolas criticou parte da imprensa por “silêncio cúmplice”

O parlamentar também criticou “o silêncio cúmplice de parte da imprensa” e reforçou o pedido de anistia para os envolvidos nos atos do dia 8 de janeiro de 2023.

“Nosso foco permanece: anistia ampla aos presos políticos do 8 de janeiro, aprovação da PEC 333 e o impeachment de Alexandre de Moraes”, afirmou. “Nenhuma pressão externa substitui a nossa responsabilidade interna. Mas, quando a verdade ultrapassa fronteiras, é sinal de que não estamos sozinhos.”

Parlamentares da direita comemoram sanções contra Moraes

Além de Nikolas, diversos parlamentares da direita se manifestaram sobre a decisão do governo Trump.

Principal responsável pela articulação junto ao governo norte-americano para tentar barrar abusos do Judiciário brasileiro, o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) cobrou ação do Congresso e disse que não quer vingança, mas espera justiça.

Ao comentar a decisão do governo dos EUA contra Moraes, o deputado federal Marcel Van Hattem (Novo-RS) disse que “a luz no fim do túnel começa a aparecer”.

“Essa é a resposta internacional aos abusos, à censura e à perseguição política que o Brasil vive”, disse a deputada Carol de Toni (PL-SC).