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A mais bizarra e desastrosa forma de governo

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Augusto Nunes e Eliziário Goulart Rocha abordam o tema na matéria de capa da Edição 289 da Revista Oeste

Na reportagem de capa da Edição 289 da Revista Oeste, a dupla Augusto Nunes e Eliziário Goulart Rocha apresenta elementos que conferem ao atual sistema político brasileiro, com o Supremo Tribunal Federal (STF) como protagonista, o título de mais bizarra e desastrosa forma de governo. De acordo com os dois jornalistas, a “ditadura do Judiciário” supera até as eleições de quem nunca leu livros e da mulher que passou mais de cinco anos no Palácio do Planalto sem dizer “coisa com coisa”.

“Em matéria de forma de governo, já não falta mais nada, suspiraram milhões de brasileiros cansados de experimentos de risco. Erraram: faltava alojar no Palácio da Alvorada um homem que nunca leu um livro e não sabe escrever, e em seguida a mulher que, em cinco anos e meio, não conseguiu dizer coisa com coisa. Não é pouco. Mas parece quase nada diante da mais bizarra e desastrosa forma de governo já testada nestas paragens: a ditadura do Judiciário”, afirmam Nunes e Goulart Rocha. “Entrincheirado no Supremo Tribunal Federal, o alto-comando reúne bacharéis em Direito indicados por chefes do Executivo com o aval do Legislativo.”

Sobre a atual forma de governo do Brasil, Nunes e Goulart Rocha definem as funções de ao menos dois membros do STF. Decano da Corte, Gilmar Mendes é o treinador, “o técnico do Timão de Toga”. Já Alexandre de Moraes cumpre o papel de artilheiro, alguém “que age de acordo com códigos legais só existentes na própria cabeça”.

Gilmar Mendes defende controle estatal das redes sociais e cita “discursos odiosos” como ameaça à democracia | Foto: Reprodução/Flickr/Supremo Tribunal Federal
O ministro Gilmar Mendes vai além de ser o decano do STF. Para Augusto Nunes e Eliziário Goulart Rocha, o magistrado é o técnico do Timão da Toga | Foto: Reprodução/STF

Mais sobre a desastrosa forma de governo

A análise a respeito da mais bizarra e desastrosa forma de governo consta no texto “A crise veste toga”. A íntegra do material está disponível de forma exclusiva à comunidade de mais de 100 mil assinantes da Revista Oeste.

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