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Tabu quebrado: Com Andrés Gómez, Vasco volta a ter representante em uma Copa do Mundo após 8 anos

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Por: Redação MVE

Esportes – A confirmação da lista de convocados para a Copa do Mundo trouxe um motivo de grande orgulho para a torcida do Vasco da Gama. Com a presença garantida do atacante colombiano Andrés Gómez no elenco de sua seleção nacional, o clube de São Januário quebrou um longo jejum e voltará a ter um jogador de seu elenco atual disputando a maior competição de futebol do planeta após oito anos de ausência.

A última vez que o Cruzmaltino havia enviado um atleta para o mundial foi na Copa da Rússia, em 2018, quando o goleiro uruguaio Martín Silva defendeu as cores de seu país.

O retorno ao cenário internacional

A convocação de Andrés Gómez coroa o excelente momento técnico vivido pelo atacante em solo brasileiro. Destaque do setor ofensivo do Vasco nas últimas rodadas das competições nacionais, a velocidade, o poder de finalização e a consistência tática demonstrados pelo jogador sob o comando da comissão técnica cruzmaltina chamaram a atenção do treinador de sua seleção, carimbando sua vaga definitiva no grupo que viaja para o mundial.

Para a diretoria vascaína, a presença de Gómez na Copa do Mundo funciona também como uma importante vitrine institucional e financeira. Além do prestígio de recolocar a marca do clube em evidência global, o Vasco receberá uma compensação financeira diária paga pela própria FIFA durante todo o período em que o atleta estiver à disposição da seleção, uma ajuda de custo estendida a todos os clubes que cedem jogadores para o torneio.

Histórico de peso na competição

A história do Vasco com a Copa do Mundo é rica e cheia de tradição. O clube fluminense foi a base da Seleção Brasileira em diversas edições históricas, com destaque para o ano de 1950, quando forneceu o esqueleto do time e o artilheiro da competição, o atacante Ademir de Menezes.

Nomes imortais que vestiram a camisa cruzmaltina, como Bellini, Orlando Peçanha, Vavá, Tostão, Bebeto e o próprio Romário, ajudaram a construir o legado do futebol brasileiro nos mundiais.

Nas edições mais recentes, no entanto, o papel de destaque acabou ficando concentrado em atletas estrangeiros que defendiam o clube, como foi o caso do próprio Martín Silva (2014 e 2018) e do volante paraguaio Carlos Gamarra na Copa de 1998. Agora, Andrés Gómez entra para essa seleta galeria de estrangeiros que elevam o nome de São Januário ao palco principal do futebol mundial.