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David Almeida sobre operação da PF: “tentativa de sujar minha imagem”

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O prefeito de Manaus, David Almeida (Avante), se manifestou sobre o avanço de uma investigação da Polícia Federal (PF) que aponta seu genro, Gabriel Alexandre da Silva Lima, como um intermediador na compra de votos dentro de igrejas nas eleições de 2024, quando foi reeleito.

O chefe do Executivo municipal classificou as informações como “perseguição política” e atrelou o caso a uma tentativa de desgastar sua imagem na corrida ao Governo do Amazonas. A declaração foi dada durante evento da Secretaria Municipal de Segurança Pública e Defesa Social de Manaus (Semseg), na manhã desta terça-feira (17).

David Almeida costuma descredibilizar operações das forças policiais que têm como alvo pessoas ligadas ao chefe da Prefeitura de Manaus. O prefeito criticou, recentemente, a operação Erga Omnes, que prendeu sua ex-chefe de gabinete, Anabela Cardoso Freitas.

O prefeito ressaltou que sua gestão à frente da prefeitura é limpa e sem escândalos e que as operações recentes envolvendo seu entorno são uma tentativa de desgastar sua imagem.

“A nossa gestão é uma administração limpa, sem escândalos. Então, daqui para frente, eu não vou me surpreender com nada. Se forem criadas, se forem formadas, inclusive, pelo que a gente está sabendo, está em andamento uma operação para tentar sujar a nossa imagem, a minha imagem”, declarou.

O prefeito também afirmou que não há investigações contra sua gestão municipal. “Nós não temos uma denúncia, uma denúncia de malversação de recursos em uma secretaria, em qualquer secretaria. Não tem uma denúncia sobre um contrato público. Não existe uma operação, por exemplo, da Polícia Federal dentro da Prefeitura de Manaus”, disse.

Operação

Recentemente, a operação Erga Omnes, deflagrada pela Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), prendeu a ex-chefe de gabinete do prefeito, suspeita de integrar o chamado núcleo político do Comando Vermelho nas estruturas do Estado no Amazonas.

Compra de votos

Um laudo da Polícia Federal aponta que o genro do prefeito intermediou a compra de votos dentro de igrejas de Manaus nas eleições de 2024, quando o atual chefe do Executivo municipal disputou a reeleição.