Por: [Manuel Menezes]
Humaitá (AM) – O enfrentamento à malária na comunidade Santa Maria Auxiliadora, conhecida como Vila do Ipixuna, km 40 da BR-230 (Transamazônica), acabou se transformando também em uma demonstração do modelo de gestão adotado pela Prefeitura de Humaitá. Diante do aumento de casos da doença, o prefeito Dedei Lobo determinou uma resposta imediata da Secretaria Municipal de Saúde (SEMSA), mobilizando equipes técnicas para atuar diretamente dentro da comunidade.
A ação, que durou cerca de três semanas, envolveu profissionais da Vigilância Epidemiológica e Agentes Comunitários de Saúde em uma força-tarefa organizada em várias frentes: diagnóstico, prevenção, identificação de focos e tratamento rápido dos casos detectados.
A primeira etapa consistiu em um levantamento detalhado da situação local. As equipes percorreram casa por casa, orientando moradores, identificando pessoas com sintomas febris e realizando a coleta de lâminas para diagnóstico da doença. O objetivo foi detectar rapidamente possíveis casos e impedir a disseminação da malária em uma região conhecida por ser endêmica para doenças tropicais.
Para o prefeito Dedei Lobo, a ação demonstra o compromisso da gestão municipal em agir com rapidez diante de problemas que afetam diretamente a população.

“Nossa gestão tem um princípio muito claro: quando surge um problema que ameaça a saúde da população, a resposta precisa ser rápida e eficiente. Assim que fomos informados do aumento de casos na comunidade, determinamos imediatamente que a Secretaria de Saúde intensificasse o trabalho no local. Cuidar da saúde das pessoas é uma das prioridades da nossa administração”, afirmou o prefeito.
A secretária municipal de Saúde, Sara Riça, destacou que o trabalho realizado na comunidade foi planejado para ir além de uma intervenção pontual.
“Montamos uma estratégia completa de atuação, com diagnóstico, coleta de exames, visitas domiciliares e monitoramento das áreas de maior incidência. Esse levantamento técnico permite que a Prefeitura continue atuando de forma preventiva e estratégica no controle da malária”, explicou a secretária.
Segundo a SEMSA, após as atividades de campo, todas as informações coletadas foram consolidadas para orientar novas ações de vigilância epidemiológica e controle da doença na região.
Mesmo com a operação emergencial, a Secretaria reforçou que o combate à malária não é uma ação isolada, mas um trabalho contínuo realizado pela rede municipal de saúde, especialmente nas comunidades mais vulneráveis.
Na Vila do Ipixuna, a presença das equipes foi vista pelos moradores como um sinal claro de atenção da gestão municipal.

A moradora Maria das Graças Silva, que vive na comunidade há mais de uma década, afirmou que a ação trouxe mais segurança para as famílias.
“A equipe veio aqui, visitou as casas, explicou tudo para a gente e fez os exames. Isso mostra que a Prefeitura está preocupada com a saúde da comunidade”, relatou.
Já o agricultor José Pereira, outro morador da região, destacou a importância da presença constante das equipes.
“Quando a doença aparece, a gente fica preocupado. Mas ver o pessoal da saúde trabalhando aqui, acompanhado pela Prefeitura, dá mais confiança para quem mora aqui”, disse.
Nos bastidores da política local, a ação também reforça um dos eixos centrais da gestão Dedei Lobo, que tem buscado ampliar a presença do poder público nas comunidades mais afastadas do município, especialmente em áreas rurais e ao longo da Transamazônica.
Ao fortalecer o trabalho da Secretaria Municipal de Saúde e levar serviços diretamente às comunidades, a Prefeitura sinaliza que pretende manter o combate às doenças endêmicas como uma das prioridades estratégicas da administração municipal.











