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Lula quer reforço em defesa: “Se não alguém invade a gente”

Luiz Inácio Lula da Silva defendeu nesta segunda-feira (9) que Brasil e África do Sul ampliem a cooperação na área de defesa e invistam no desenvolvimento de tecnologia própria. A declaração foi feita no Palácio do Planalto durante encontro com o presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa. Segundo Lula, os ministros da Defesa dos dois países devem se reunir ainda nesta segunda-feira para discutir possíveis avanços na parceria militar e industrial. Durante o encontro, o presidente ressaltou que a América do Sul é uma região marcada pela ausência de armas nucleares e por um histórico de busca pela paz. “Aqui ninguém tem bomba nuclear, aqui ninguém tem bomba atômica, aqui os nossos drones são para agricultura, para fins de tecnologia e não para guerra. Nós pensamos em defesa como dissuasão. Se a gente não preparar essa questão, alguém invade a gente”, afirmou Lula. O presidente também defendeu que Brasil e África do Sul aproveitem o potencial industrial dos dois países para desenvolver projetos conjuntos na área de defesa. Segundo ele, a cooperação pode reduzir a dependência de equipamentos produzidos por grandes potências militares. “Não precisamos comprar dos senhores das armas. Nós podemos produzir”, afirmou o petista durante o encontro. Lula acrescentou: “Vamos juntar nosso potencial e ver o que a gente pode construir”. O encontro entre os dois líderes também teve como objetivo ampliar o comércio bilateral e fortalecer parcerias econômicas entre os dois países. 🚨URGENTE – Lula diz que o Brasil tem que se armar e afirma que se não fizer isso, algum país pode nos invadir “Se a gente não se preparar, qualquer dia, alguém invade a gente” pic.twitter.com/njZUdFu2XU — SPACE LIBERDADE  (@NewsLiberdade) March 9, 2026

A INFANTILIZAÇÃO DA SOCIEDADE: Quando Pensar Fica Cansativo Demais

Por Warly Bentes Pontes Jr.  Depois do almoço, SIESTA, um cochilo breve. Esse é um costume dos romanos antigos e refere-se ao descanso na sexta hora do dia depois do amanhecer, para fugir do sol escaldante. Meus pais adotavam essa prática cotidiana e eu também depois da vida adulta. Mas quando criança lá na fazenda Arapapá, era diferente. Criança não dorme. Criança faz estrepulias, rs… Um dia, fiz uma que passou da conta. Nossa casa era de madeira tipo palafita (com esteios altos na base) como a maioria das residências da bacia amazônica por causa da subida e descida sazonal do volume dos rios. Do lado da casa tinha um canal de acesso ao lago. Era época de “vazante” (rio baixo, barranco alto). Na hora da siesta dos meus pais, eu desci para o porto e comecei a brincar de jogar pedra no rio, fui contornando o canal, sempre brincando, sem pressa… Quando cansei voltei pra casa, mas ao invés de subir as escadas da entrada principal, eu resolvi escalar um esteio da varanda da casa e por pura traquinagem me escondi debaixo da cama dos meus pais. E dormi, rs. Por volta das 14, 15h, acordei com muito barulho, muitas pessoas falando, minha mãe chorando. O que aconteceu? Meus pais acordaram e sentiram a minha falta. Um dos empregados havia me visto, na hora da siesta, indo para o porto, depois ninguém mais me viu. Logo imaginaram que eu estava brincando no rio e tinha me afogado ou que um jacaré (comuns lá no lago) teria me atacado. Meus pais, minha irmã e os empregados passaram um bom tempo me procurando nas redondezas, sem êxito, claro…  Gente, eu saí debaixo da cama e me apresentei com a cara mais deslavada na cozinha onde todos estavam. Tomei uma surra dolorida do meu pai nesse dia. E não adiantou eu dizer que estava “tirando a minha siesta”, rs. Não pensei nas consequências práticas e morais dos meus atos, CRIANÇA NÃO PENSA, por isso devem ser monitoradas por adultos. Tomei uns bons “sopapos” mas naquele dia comecei a aprender a IMPORTÂNCIA DE PENSAR. O castigo físico infligido por país em seus filhos hoje é politicamente incorreto e crime. Mas na minha época éramos “corrigidos” assim. Eu morria de medo do galho de cuieira (uma árvore local cujos galhos são cheios de nódulos); do cinturão do meu pai; da sandália da mamãe e da palmatória da professora. Sim, levávamos palmadas nas mãos se errássemos as lições na escola. E não; não cresci com traumas causados por essas experiências. Muito pelo contrário, sou grato pela educação que recebi. Aprendi a arrumar a casa, a lavar banheiro, a lavar e passar roupa, a cozinhar… Respeitar os mais velhos, cumprimentar educadamente, não se intrometer na conversa alheia, não mentir, não roubar… Valores, princípios, normas de conduta, moralidade e urbanidade… E nunca me envergonhei de dizer em alto e bom som para meus pais: EU TE AMO! Repliquei esta “forma de educar” com os meus filhos? Naturalmente que sim e cometi o erro de recorrer à correção pela dor. Mas hoje penso totalmente diferente e me arrependo. Há formas melhores, pensamos em maioria, de educar um filho. E ainda tem a questão em que os psicólogos dizem que os pais são um importante foco de traumas que interferem no desenvolvimento emocional dos filhos. E assim temo que os meus precisem de terapia. O fato é que hoje as palmadas não são permitidas. E assim, pressionado por este embate cultural entre gerações, vendo por exemplo o comportamento dos jovens “Nem-Nem” (nem estudam nem trabalham), pensando na nossa sociedade e no atual momento que vivemos me veio a pergunta incômoda: SERÁ QUE ESTAMOS CRIANDO ADULTOS INFANTILIZADOS? Pessoas fracas, sem regras, sem limites? Adultos que tem preguiça de pensar por conta própria e que terceirizam o próprio discernimento do que é certo ou errado? Outro dia vi um pensamento que circula nas redes sociais que diz o seguinte: “Tempos difíceis formam homens fortes; homens fortes criam tempos fáceis; tempos fáceis formam homens fracos; homens fracos criam tempos difíceis”. Independentemente da autoria, a ideia provoca. E talvez descreva algo essencial do nosso tempo: o conforto prolongado pode estar produzindo fragilidade intelectual, emocional e espiritual. Pensar, principalmente, exige esforço. E nossa época é alérgica ao esforço. No contexto das relações sociais, comunicação e política gosto de citar Hannah Arendt, é uma das maiores pensadoras contemporâneas, na minha opinião. Ela alertava que o maior perigo político não era o ódio, mas a ausência de pensamento. Não se trata de falta de informação, mas da recusa em julgar. Hoje, opiniões prontas circulam em velocidade máxima. Julgar exige pausa; compartilhar exige segundos. O indivíduo infantilizado não quer pesar argumentos, quer pertencer a um grupo. Pensar virou desgaste emocional. Em Assim Falou Zaratustra, Friedrich Nietzsche descreve o “último homem”: alguém que evita riscos, evita profundidade e prefere segurança à grandeza. Ele busca conforto e pequenas satisfações. É difícil não reconhecer traços dessa figura na cultura contemporânea: menos disposição para conflitos intelectuais e mais desejo por entretenimento constante. Refletir profundamente pode desestabilizar certezas. E a estabilidade emocional vale mais que a verdade. Para Byung-Chul Han, não vivemos mais sob repressão, mas sob excesso de estímulos. Não somos proibidos de pensar, somos distraídos. Décadas antes, Guy Debord já havia descrito a “sociedade do espetáculo”, em que a experiência direta é substituída por representação. Vivemos reagindo a imagens, manchetes e escândalos.A política vira torcida. O debate vira performance. A complexidade vira ameaça. Pensar profundamente não é impossível. É apenas cansativo demais diante de tantas notificações. Durante o século XX, pesquisadores observaram o chamado Efeito Flynn: geração após geração, os escores médios de QI aumentavam, impulsionados por melhor educação e ambientes mais estimulantes. Nas últimas décadas, porém, essa curva começou a se estabilizar, e em alguns países desenvolvidos até a recuar. Estudos indicam que jovens têm apresentado médias ligeiramente inferiores às de gerações anteriores em certos tipos de raciocínio abstrato.Especialistas atribuem essa reversão a fatores ambientais e culturais: fragmentação

BBB 26: ‘Faz tudo errado e não sabe jogar’, esbraveja Jordana para Chaiany

O elenco do BBB 26 (Globo) estava com os ânimos exaltados durante o Sincerão desta segunda-feira (9). A dinâmica gerou desentendimentos entre todos os brothers. A maior discussão, porém, aconteceu entre Jordana Morais e Chaiany Andrade, que trocaram acusações de “frouxa” e “mentirosa”. A atividade exigia que os jogadores montassem um “pódio dos medrosos” e apontassem três jogadores como frouxos, covardes ou arregões. Emparedada, Chaiany deu a medalha de covarde para Jordana e afirmou que a rival deu um passo para trás na hora de ter embate contra ela. A brasiliense rebateu, afirmando que não havia brigado com Chaiany porque ainda tinha “um restinho de carinho” por ela, mas que o sentimento acabou. Ela ainda acusou a sister de ser frouxa e comentou que, quando buscou as pessoas do quarto Sonho do Grande Amor para somar votos, Chaiany sugeriu que o grupo traísse o combinado. A briga entre as rivais escalou e a goiana relembrou a briga que as duas tiveram enquanto estavam confinadas na casa de vidro, na primeira quinzena de janeiro. As duas começaram a se peitar e precisaram ser separadas por outros brothers. Jordana retribuiu o gesto de Chaiany e também elegeu a sister para o seu pódio de medrosos, entregando a ela a medalha de “arregona”. A advogada afirmou que a adversária inventou situações da casa de vidro. Ela ainda comentou que, na época, Chaiany a empurrou, não assumiu e foi desmentida pelo público. Jordana também lembrou que, quando sua torcida chamou a goiana de “palhaça” ela não admitiu e pediu para pararem com os xingamentos, pois não compactua com esse tipo de atitude. “Argumento você não tem. Se atrapalha, não tem argumento nenhum. Faz tudo errado aqui dentro do programa e não sabe jogar. Fala que vai votar, e no final não vota. Arregona, covarde”, esbravejou Jordana. Chaiany rebateu a sister, afirmando que ela pagou coach para entrar no programa e que a verdade dela é muito pequena. Babu entrou na discussão para defender a sua aliada e tomou uma invertida de Jordana: “Foda-se, Babu. Não vou fazer o que você quer”.

BBB 26: Entenda todas as tretas geradas pelo Sincerão da semana

A noite de segunda-feira (9) pegou fogo no BBB 26 (Globo). O sincerão exigiu que brothers montassem um “pódio dos medrosos” e apontassem três jogadores como frouxos, covardes ou arregões. Todos os 14 participantes da casa aproveitaram a oportunidade para reforçar embates e bater boca. Os cinco primeiros a jogar foram os emparedados e os líderes. Mesmo após o término do programa ao vivo, porém, a dinâmica continuou e todos os demais participantes puderam montar seus pódios. Recapitule as maiores brigas da noite: Babu e Jordana O ator colocou a advogada em primeiro lugar no seu pódio e deu a ela a medalha de arregona. Ele afirmou que Jordana ficou transitando entre grupos em busca de um jogo mais forte. A sister não deixou barato e respondeu que Babu era o arregão, pois ele tem embate com Ana Paula, mas não teve coragem de apontar a loira na dinâmica. Durante sua rodada, Jordana retribuiu dando o terceiro lugar do pódio e a medalha de frouxo para Babu e citou que o brother não aceitou a proposta de somar votos na Samira, mas depois de cair no paredão com Chaiany se arrependeu. Chaiany e Jordana O maior embate da noite se iniciou com Chaiany dando a medalha de covarde para Jordana e afirmando que a rival deu um passo para trás na hora de ter embate contra ela. A briga entre as rivais escalou e a goiana relembrou a briga que as duas tiveram enquanto estavam confinadas na casa de vidro, na primeira quinzena de janeiro. Jordana retribuiu o gesto de Chaiany e também elegeu a sister para o seu pódio de medrosos, entregando a ela a medalha de “arregona”. A advogada afirmou que a adversária inventou situações da casa de vidro. Jonas, Cowboy e Juliano O desentendimento começou com Alberto dando o segundo lugar e a medalha de covarde para Juliano, explicando que eles eram próximos na primeira semana e o brother se fechou. Jonas também colocou o loiro em seu pódio, na terceira posição, e deu a medalha de frouxo para ele. “Juliano é frouxo porque, dentre todos aqui, é o que mais tem cara de frouxo”, comentou, rindo. O camarote afirmou que o maior medo do modelo é ir para o paredão e o acusou de não ter argumentos. Cowboy entrou na briga, dizendo que Juliano é planta. O dançarino colocou Jonas e Cowboy em primeiro e segundo lugares, respectivamente, do seu pódio e deu aos dois a medalha de covarde. Juliano afirmou que os dois julgam os outros brothers e indagou porque eles não o colocaram no paredão, já que têm um embate. Ana Paula e Cowboy Cowboy deu o primeiro lugar de seu pódio e a medalha de covarde para Ana Paula, alegando que ela não teve coragem de ir ao paredão, pois foi imunizada por Milena. “Sou covarde porque eu ganhei um colar, tá certinho. Vamos pro Paredão comigo, gato. Não enfie os dois pés no freio, não. Compra uma briga até o fim”, rebateu a loira. Em retribuição, ela deu a medalha de frouxo e posicionou o veterano no segundo lugar do pódio. A jornalista afirmou que o adversário falou de seu pai, repensou a atitude, colocou os dois pés no freio e sumiu do jogo. Samira e Solange A sulista concedeu o primeiro lugar e a medalha de frouxa para a atriz, afirmando que Solange tem tendência de chamá-la para embates nos sincerões, pois está com medo de se indispor com outra pessoa. A carioca rebateu, afirmando que se colocou no paredão para salvar Samira, que relembrou não ter pedido nada à sister. “Tu é ingrata. Frouxa é você que ficou na orelha da Chaiany pra ganhar o Anjo”, disparou Solange que, na sua vez de falar, colocou Samira no primeiro lugar do pódio e deu à ela a medalha de covarde. Ana Paula e Solange A atriz ainda arrumou briga com Ana Paula ao posicioná-la em terceiro lugar e chamá-la de covarde. Solange afirmou que pensa assim da sister, pois a veterana traz para o jogo assuntos velhos, não inova e nunca foi para o embate contra ela. “Sempre quis conversar e você ficou calada. Será que se for pro Paredão de novo volta? Será que o Brasil quer gente planta aqui e que vai pela cabeça de macho?”, indagou a mineira. Ana Paula e Babu A loira elegeu o ator como covarde e deu para ele o primeiro lugar em seu pódio dos medrosos. Antes mesmo de começar a falar, ela percebeu que Babu começou a encará-la de forma debochada, verbalizou isso e afirmou que não tem medo de homem. Ana Paula disse que o ator é seu maior embate na casa, que quis comprar briga com ela e tentou pautar seu cancelamento, abordando questões sociais, raciais e políticas e falou que ia encher o saco dela todos os dias, mas não levou o embate adiante. Ela ainda citou a música que o rival fez para ela. “Pautas raciais não, fenótipos”, retrucou Babu. Ele ainda explicou que não seguiu com a briga por pedido de Breno e Juliano e por ser leal ao plano inicial do grupo de eliminar primeiro os integrantes do quarto Sonho de Voar. Breno, Marciele e Jordana O vencedor do paredão falso elegeu a ex-aliada, Marciele, como arregona e citou a traição da sister durante a prova de resistência de 12 de fevereiro, vencida por Jonas com o auxílio da paraense e de Maxiane, que jogavam com Breno e Marcelo, mas largaram a mão dos brothers durante a disputa. Ele ainda apontou Jordana como covarde, pois a advogada, segundo ele, cresce para cima dos outros quando não consegue vencer no argumento. “Você tem comportamento de animal, porque avança nas pessoas”, disparou. A cunhã respondeu as falas do brother, afirmando que acha o biólogo um covarde e que ele flutua no jogo. Já a brasiliense avisou Breno que ele deve tomar cuidado, pois ninguém no jogo confia nele. Cowboy e Boneco Apagado no jogo, Leandro Boneco afirmou que Cowboy é covarde, porque teve sua estratégia desmascarada por ele na primeira semana de jogo e, depois disso, resolveu ignorar o baiano. “A minha análise foi coerente. E com

BBB 26: Babu Santana nega ter pautado racismo em briga contra Ana Paula

Emparedado da semana, Babu Santana teve um embate com Ana Paula Renault no sincerão desta segunda-feira (9) no BBB 26 (Globo). A jornalista acusou, novamente, o ator de ter pautado questões raciais para tentar cancelá-la fora da casa. Ela disse que, por conta dessa questão, Babu é seu maior embate na casa. “Quis comprar briga comigo, colocando pautas raciais e políticas, falou que ia me encher o saco todos os dias. Eu estava ali no monstro, fez uma música pra mim, inclusive ressaltando aspectos políticos meus, num ano complicado”, afirmou. O ator retrucou dizendo que não apontou pautas raciais, mas sim pontuou que os fenótipos da loira são indicadores de que ela não sofrerá rejeição da mesma forma que uma mulher preta sofreria caso agisse como ela. No quarto com seus aliados, o ator tornou a falar sobre o assunto, afirmando que se sente descredibilizado pela jornalista e que ela não tem medo de ser subjugada por ser branca, magra e loira, mas em nenhum momento imputou que ela era racista. “Estou falando de privilégio, de poder fazer um jogo de crueldade, altivez, escrotidão, violência e ser perdoada em dois paredões, enquanto o outro fenótipo fez a mesma linha de jogo e foi subjugada com 98%”, afirmou, trazendo novamente à tona uma comparação entre Ana Paula e Karol Conká, que teve a maior rejeição da história do programa. O brother ainda pontuou que Ana Paula é especialista em ferir o ego e desestabilizar as pessoas e faz isso se utilizando dos mesmos métodos de grupos que ela critica. Babu também relembrou a briga que a jornalista teve com Aline Campos na primeira semana de programa, quando a dançarina trouxe à tona uma questão ocorrida em 2016. “Quem bate esquece, quem apanha não esquece. Eu tenho certeza que quando a Aline viu ela entrar, veio na hora o arrepio na espinha. Pesado foi o que ela falou da Aline. Pesadíssimo”, concluiu. Babu: "Eu tô falando de privilégio de você poder fazer um jogo de crueldade, de altivez, escrotidão, violência e ser perdoada em dois paredões. Enquanto outro fenótipo fez a mesma linha de jogo e foi subjugada com 98%! Foi isso que eu trouxe!" #BBB26 pic.twitter.com/yI3er1exBc — Central Reality (@centralreality) March 10, 2026