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Sine Manaus oferta 317 vagas de emprego nesta terça–feira, 10/2

A Prefeitura de Manaus, por meio do Sine Manaus, oferta 317 vagas de emprego em várias áreas de atuação, nesta terça–feira, 10/02, das 8h às 14h. O candidato pode validar a Carteira Digital e Previdência Social (CTPS) no aplicativo “Carteira de Trabalho Digital” ou acessar o site http://gov.br/trabalho. Para participar da pré–seleção e concorrer a uma das vagas disponíveis, ou receber orientação de cadastro, Carteira de Trabalho Digital e seguro–desemprego, os candidatos devem comparecer a um dos postos do Sine Manaus: na avenida Constantino Nery, nº 1.272, bairro São Geraldo, zona Centro–Sul; ou no shopping Phelippe Daou, na avenida Camapuã, nº 2.939, bairro Cidade de Deus, zona Norte. Os interessados devem estar munidos do comprovante de vacinação (Covid–19), currículo, certificados de cursos e documentos pessoais (RG, CPF, PIS, CTPS, comprovante de escolaridade e residência). Não é necessário apresentar cópias, somente os documentos originais. É importante que os candidatos mantenham seus cadastros atualizados, especialmente ao finalizarem novas qualificações. Para vagas específicas, podem ser solicitados documentos adicionais, como cursos ou certificações, por isso, é essencial estar atento aos “Requisitos Obrigatórios” de cada vaga. A Semtepi ressalta que, obedecendo ao disposto no artigo 5º, da Constituição Federal, e ao artigo 373–A, da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), critérios referentes a sexo, idade, cor ou situação familiar, não podem ser informados na divulgação das vagas disponibilizadas. Os candidatos devem estar cientes das diretrizes de vestimenta estabelecidas pelo órgão, as quais incluem a proibição de vestimentas como bermudas, shorts, minissaias, camisetas regatas e chinelos durante a entrada. VAGAS NOVAS – 112 5 vagas – Peixeiro Escolaridade – ensino médio completo; Experiência – seis meses na Carteira de Trabalho; Requisitos Obrigatórios – possuir documentação completa (com dispensa militar); Atividades – seleção, compra, manuseio, preparo (limpeza, corte, filetagem, desossa) e venda de peixes e frutos do mar. Disponível até 10/02/2026 ou encerramento da vaga 5 vagas – Conferente Escolaridade – ensino médio completo; Experiência – seis meses na Carteira de Trabalho; Requisitos Obrigatórios – possuir documentação completa (com dispensa militar); Atividades – é responsável por verificar a precisão e a conformidade de produtos no recebimento, armazenamento e expedição, garantindo que quantidades, qualidades, lotes e notas fiscais estejam corretos. Disponível até 10/02/2026 ou encerramento da vaga 5 vagas – Fiscal de Prevenção e Perdas Escolaridade – ensino médio completo; Experiência – seis meses na Carteira de Trabalho; Requisitos Obrigatórios – possuir documentação completa; Atividades – responsável por identificar e minimizar prejuízos financeiros em varejistas, supermercados e indústrias, agindo sobre furtos, roubos, erros operacionais e desperdícios. Disponível até 10/02/2026 ou encerramento da vaga 5 vagas – Salgadeiro Escolaridade – ensino médio completo; Experiência – seis meses na Carteira de Trabalho; Requisitos Obrigatórios – possuir documentação completa; Atividades – produzir salgados fritos e assados, abrangendo desde o preparo de massas e recheios até a modelagem, fritura/fornecimento, finalização e embalagem, garantindo a qualidade e a higiene do produto fina. Disponível até 10/02/2026 ou encerramento da vaga 2 vagas – Auxiliar de Limpeza Escolaridade – ensino médio completo; Experiência – seis meses na Carteira de Trabalho; Requisitos Obrigatórios – ter experiência com lavagem de carros, motos e possuir documentação completa (com dispensa militar); Atividades – realizar limpeza geral, lavar banheiro, manter a copa organizada, lavar louça, servir visitantes, manter os móveis e objetos limpos, controlar material de limpeza. Disponível até 10/02/2026 ou encerramento da vaga 2 vagas – Artífice de Manutenção Escolaridade – ensino médio completo; Experiência – seis meses na Carteira de Trabalho; Requisitos Obrigatórios – possuir documentação completa (com dispensa militar); Atividades – realizar atividades de manutenção predial em geral, serviços de carpintaria, pedreiro, entre outras atividades correlatas à função. Disponível até 10/02/2026 ou encerramento da vaga 1 vaga – Mecânico Júnior Escolaridade – ensino médio completo; Experiência – seis meses na Carteira de Trabalho; Requisitos Obrigatórios – ter curso Mecânica a Diesel, Eletromecânica e possuir documentação completa (com dispensa militar); Atividades – realizar atividades de manutenção predial em geral, serviços de carpintaria, pedreiro, entre outras atividades correlatas à função. Disponível até 10/02/2026 ou encerramento da vaga 25 vagas – Açougueiro Escolaridade – ensino fundamental  completo; Experiência – não é necessário; Requisitos Obrigatórios – possuir documentação completa (com dispensa militar); Atividades – fazer atendimento ao cliente e fornecer orientação sobre carnes, adquirindo habilidade no preparo, ajudar o açougueiro no corte de carne, separação e desossa, reportar-se ao líder de açougue. Disponível até 10/02/2026 ou encerramento da vaga 1 vaga – Vendedora Escolaridade – ensino médio  completo; Experiência – não é necessário; Requisitos Obrigatórios – ter disponibilidade de horário e  possuir documentação completa; Atividades – atendimento ao cliente presencial e via WhatsApp; apresentação e venda de produtos (Cama, mesa e banho); esclarecimento de dúvidas sobre preços, formas de pagamento e prazos; organização do ambiente de vendas e dos produtos. Disponível até 10/02/2026 ou encerramento da vaga 2 vagas – Servente Escolaridade – ensino fundamental  completo; Experiência – seis meses na Carteira de Trabalho; Requisitos Obrigatórios – possuir documentação completa (com dispensa militar); Atividades – auxiliar essencial em obras e serviços de limpeza, desempenhando tarefas como preparar argamassa, transportar materiais, limpar o canteiro ou o ambiente, e auxiliar pedreiros e outros profissionais, garantindo a organização e o bom andamento do trabalho, sendo uma função de suporte físico e logístico fundamental. Disponível até 10/02/2026 ou encerramento da vaga 2 vagas – Carpinteiro de Obra Escolaridade – ensino fundamental  completo; Experiência – seis meses na Carteira de Trabalho; Requisitos Obrigatórios – possuir documentação completa (com dispensa militar); Atividades – instalar e ajustar esquadrias de madeira e outras peças tais como: janelas, portas, escadas, rodapés, divisórias, forros e guarnições. Disponível até 10/02/2026 ou encerramento da vaga 1 vaga – Impressor de Serigrafia Escolaridade – ensino médio completo; Experiência – seis meses na Carteira de Trabalho; Requisitos Obrigatórios – possuir documentação completa (com dispensa militar); Atividades – executar serviços de serigrafia em tecidos e papéis, cortes de tecidos, preparação de telas, equipamentos e materiais para impressões gráficas. Disponível até 10/02/2026 ou encerramento da vaga 1 vaga – Auxiliar de Serviços Gerais Escolaridade – ensino médio completo; Experiência – seis meses na Carteira de Trabalho; Requisitos Obrigatórios – possuir documentação completa (com dispensa militar); Atividades – cuidar da limpeza, organização, manutenção básica e apoio operacional, garantindo o bom funcionamento e conservação do local de trabalho, sendo mais abrangente que um auxiliar de limpeza. Disponível até 10/02/2026 ou encerramento da vaga 1 vaga

Edson Sampaio: liderança silenciosa, articulação estratégica e força política a serviço do Amazonas

Em um ambiente político cada vez mais complexo e desafiador, onde liderança se mede pela capacidade de articulação, credibilidade e entrega de resultados, o nome do Subtenente da Polícia Militar do Amazonas Edson de Souza Sampaio emerge como uma liderança estratégica, construída ao longo de mais de três décadas de serviço público e atuação direta nos bastidores do poder. Com mais de 30 anos dedicados à Polícia Militar do Amazonas, Edson Sampaio formou-se sob os pilares da disciplina, hierarquia e compromisso com o Estado. Essa trajetória confere ao militar não apenas respeito institucional, mas também a maturidade política necessária para compreender os diferentes interesses, mediar conflitos e construir consensos em favor do desenvolvimento dos municípios amazonenses. Atualmente, como servidor da Casa Militar da Assembleia Legislativa do Amazonas e atuando de forma estratégica na Associação Amazonense de Municípios (AAM), Edson Sampaio exerce um papel central na articulação entre prefeitos, lideranças políticas municipais, parlamentares e órgãos estaduais. Sua atuação se caracteriza por presença constante no interior, escuta qualificada e capacidade de transformar demandas locais em pautas institucionais viáveis. Com profundo conhecimento da realidade dos 62 municípios do Amazonas, Edson Sampaio tem se destacado pelo mapeamento técnico e político das principais dificuldades enfrentadas pelas gestões municipais, antecipando problemas, organizando prioridades e contribuindo diretamente para a tomada de decisões estratégicas. Trata-se de um trabalho silencioso, porém decisivo, que influencia agendas e orienta políticas públicas. Reconhecido por sua ampla capacidade de comunicação e trânsito institucional, mantém diálogo permanente com diferentes esferas do poder, consolidando-se como um elo de confiança entre o interior do estado e o centro das decisões políticas. Sua atuação fortalece o municipalismo e amplia a presença do interior nas discussões estratégicas do Amazonas. O reconhecimento público de sua liderança é refletido em homenagens e gestos institucionais. No ano passado, Edson Sampaio recebeu o título de Cidadão Apuiense, honraria que simboliza não apenas gratidão, mas a legitimação política de sua atuação junto às lideranças e à população do interior. VEJA FOTOS Edson Sampaio representa um perfil de liderança cada vez mais valorizado na política contemporânea: técnico, articulador, leal às instituições e profundamente conectado à realidade social do estado. Sem discursos vazios ou protagonismo artificial, construiu capital político com base em trabalho, confiança e resultados. Em um momento em que o Amazonas exige lideranças capazes de unir experiência, articulação e visão estratégica, o Subtenente Edson de Souza Sampaio consolida-se como um nome forte, respeitado e preparado para contribuir de forma ainda mais decisiva com o futuro político e institucional do estado.

ARTIGO: Morrendo afogado mas agarrado a uma ideia

Por Warly Bentes Pontes Jr.  Eu nasci no interior do município de Oriximiná no Pará. Um lugar lindo, um paraíso amazônico chamado “Igarapé dos Currais” (Igarapé – linguagem indígena – tupi guarani – que significa “caminho da canoa”. Currais – plural de “curral”, cercado para o manejo de animais – gado, cavalos, ovelha etc). Lá eu vivi até os 4 anos de idade quando meus pais nos trouxeram para Manaus/AM. Me considero amazonense, mas guardo boas lembranças e nunca esqueço minhas raízes de caboclo ribeirinho. Um episódio que me marcou, e lembro perfeitamente, aconteceu quando devia ter 2 ou 3 anos. Fui brincar na ponte de madeira à margem do rio. Caí na água por acidente e afundei. Não havia correnteza, mas numa ação de instinto, penso eu, me agarrei na estaca de madeira que sustentava a ponte. E lá fiquei no fundo alguns bons segundos agarrado àquela que, naquele momento, achava que era literalmente a minha “tábua de salvação” (rs). Teria com certeza morrido afogado se meu pai, Warly Bentes Pontes, não tivesse mergulhado para me arrancar da estaca e me salvar. Essa foi a primeira vez que meu pai me salvou (fisicamente, as outras foram emocionais, espirituais e profissionais). A reflexão deste fato no começo da minha vida é a de “como a mente humana cria fugas da realidade”. Naquele momento, no fundo do rio, eu realmente acreditava que agarrado à sustentação da ponte estava salvando minha vida. Vivi outra experiência desse nível quando tive depressão. Minha empresa, a VTQuatro Comunicações, foi à falência e eu tive “síndrome de pânico de sair de casa”. Minha mente me convenceu de que seria julgado e humilhado aonde quer que fosse. Dessa vez quem me salvou foram as orações a Deus, o amor dos meus filhos e a paciência da minha ex-esposa Fabíolla Sampaio. Aprendi que a depressão é uma doença perigosa e que não deve ser menosprezada. Vivo em vigilância constante para que ela não volte, pois ela “vive batendo na porta e perguntando: quer companhia?” (rs). Assim, pensando nestas “fugas da realidade” me peguei tentando entender alguns fatos contemporâneos, como: Por que movimentos LGBTQIAPN+ cultuam Che Guevara, histórico assassino de gays? Por que movimentos feministas apóiam os terroristas do Hamas ou o sistema teocrático do Irã, que oprimem e matam mulheres só por mostrar os cabelos? Por que professores de história, sociologia, filosofia abraçam ideologias que historicamente não dão certo? Por que grupos defendem que a terra não é redonda? Enfim, por que tantos negam a história e a realidade de fato? Como as pessoas passando fome e sendo assassinadas por regimes claramente ditatoriais. George Orwell chamou de DUPLIPENSAR a capacidade de sustentar, ao mesmo tempo, duas ideias contraditórias e aceitá-las como verdadeiras. Em 1984, isso não era apenas confusão mental, mas uma técnica de poder: negar fatos evidentes para preservar uma narrativa ideológica. O que Orwell descreveu como ficção hoje opera como mecanismo psicológico cotidiano. Está na Universidade, nos noticiários, no bar, nas redes sociais… Como explicar que pessoas LGBT defendam figuras ou regimes historicamente hostis à homossexualidade, que feministas relativizem regimes que oprimem e executam mulheres, ou que milhões rejeitem evidências científicas básicas, como a forma da Terra, mesmo diante de provas empíricas abundantes? A resposta não está na falta de informação — mas na forma como o cérebro humano protege suas crenças. O psicólogo Leon Festinger, em A Theory of Cognitive Dissonance (1957), mostrou que quando fatos entram em conflito com crenças profundas, surge um desconforto psíquico intenso. Para aliviar essa tensão, as pessoas não abandonam a crença — reinterpretam os fatos. “Se a realidade contradiz minha identidade, tanto pior para a realidade.” Negar perseguições históricas, minimizar dados científicos ou acusar as fontes de “manipulação” é psicologicamente mais barato do que admitir: eu estava enganado. Uma comparação simples: é como o sujeito que investiu anos do seu tempo, do seu esforço físico, mental e espiritual para construir uma casa sobre a areia. Ela no fim pode ser linda, mas não tem base sólida. Mesmo não tendo nenhuma outra naquele lugar, o sujeito acredita que todos estão errados e que a casa dele não vai cair. Para Jonathan Haidt (The Righteous Mind, 2012), o ser humano não raciocina como um juiz imparcial, mas como um advogado de defesa da própria identidade moral. Primeiro escolhemos o “lado”; depois selecionamos os argumentos. Quando uma ideologia se torna parte do “quem eu sou”, qualquer fato contrário é vivido como um ataque pessoal. A verdade deixa de ser algo a ser buscado — passa a ser algo a ser defendido seletivamente. Hannah Arendt, ao analisar os totalitarismos em Origens do Totalitarismo, observou que ideologias funcionam como sistemas logicamente coerentes que não precisam mais da realidade. “A força da ideologia está em sua imunidade à experiência.” Dentro desses sistemas, fatos não refutam a teoria — são reinterpretados como exceções, conspirações e mentiras do inimigo. É assim que dados históricos documentados passam a ser tratados como “propaganda”. O mundo real é complexo, ambíguo e frustrante. Ideologias oferecem histórias simples, com vilões claros e heróis redentores. Como escreveu Erich Fromm em O Medo à Liberdade (1941), muitos preferem abrir mão da autonomia crítica em troca de pertencimento e segurança psicológica. Negar a realidade, nesse sentido, não é ignorância: é conforto emocional. O estágio final do duplipensar não é apenas negar fatos — é sentir-se moralmente superior por negá-los. Questionar a narrativa vira “traição”, “reacionarismo” ou “desinformação”. O pensamento crítico passa a ser visto como ameaça. Aqui, Orwell deixa de ser metáfora e vira diagnóstico. Concluindo, o que vemos hoje, infelizmente em muita gente, é a capacidade de defender direitos humanos enquanto se aplaudem regimes que matam gays e mulheres. De gritar “ciência!” e, ao mesmo tempo, negar fatos históricos e evidências básicas quando elas atrapalham a narrativa. George Orwell chamou isso de duplipensar: acreditar em duas ideias contraditórias e aceitar ambas como verdade — desde que protejam sua ideologia. A psicologia explica: admitir o erro dói mais do que negar a realidade. A