Zé Felipe se declara para Ana Castela: ‘Saudade de você, minha gatinha’

Cantor usou as redes sociais para contar que está com saudades da cantora
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Lula e Trump conversam por cerca de 50 minutos na Malásia

Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump se encontraram neste domingo, 26, em Kuala Lumpur, na Malásia, para uma reunião inédita que se estendeu por cerca de 50 minutos. O diálogo aconteceu no Centro de Convenções da cidade, com ambos os presidentes acompanhados de suas principais equipes diplomáticas e econômicas. O encontro começou às 15h30, no horário local. Tanto Lula quanto Trump destacaram a intenção de fortalecer a relação comercial e econômica entre Brasil e Estados Unidos. “É uma grande honra estar com o presidente do Brasil”, afirmou Trump, segundo a emissora CNN. “É um grande país e eles estão indo muito bem até onde eu sei.” Lula, por sua vez, afirmou esperar que a imprensa recebesse boas notícias ao fim do encontro. O tema das tarifas norte-americanas sobre produtos brasileiros dominou parte da conversa. Trump indicou abertura para negociar rapidamente: “Vamos chegar a uma conclusão rápida sobre tarifas.” Lula apresentou uma pauta extensa e demonstrou otimismo quanto ao avanço em busca de uma relação mais civilizada entre os dois países. 🚨URGENTE – Trump é questionado se Bolsonaro estará na pauta da reunião com Lula e responde que não é da conta da jornalista “Eu sempre gostei dele! Eu me sinto muito mal pelo que aconteceu com ele. Ele passou por muita coisa (…) não é da sua conta!” pic.twitter.com/x4jtG20MGH — SPACE LIBERDADE (@NewsLiberdade) October 26, 2025 O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, avaliou o encontro como “muito positivo” e informou que o Brasil busca a suspensão temporária das tarifas dos EUA durante as negociações. Segundo Vieira, Trump orientou sua equipe a manter conversas com a delegação brasileira ainda na noite deste domingo, em busca de uma resposta. “O Trump não suspendeu o tarifaço. O Brasil pediu uma suspensão durante um período de negociação”, disse a jornalistas, conforme apuração do jornal O Estado de S. Paulo. “Eles vão se reunir hoje ainda, à noite, aqui na Malásia, para saber se eles aceitam, durante um período de negociação futura, que as tarifas fiquem em suspensas. O Trump ordenou a equipe dele a se reunir com a equipe brasileira.” Trump e Lula mencionam Bolsonaro Questões diplomáticas além do comércio também foram mencionadas. Lula se ofereceu para intermediar as questões com a Venezuela e defendeu que a América do Sul é zona de paz. O petista disse que a imprensa teria boas notícias depois da reunião com o norte-americano. “Não há nenhuma razão para ter desavença entre Brasil e Estados Unidos”, afirmou. Antes da conversa, Trump chegou a dizer que poderia baixar o tarifaço de 50% sobre a pauta de exportações brasileira, sob algumas condições. O ex-presidente Jair Bolsonaro também foi mencionado. “Sempre gostei dele. Me sinto muito mal pelo que aconteceu com ele. Sempre achei que ele era um cara honesto, mas ele já passou por muita coisa, já passou por muita coisa”, disse Trump. Lula Sobre a relação com a China, principal parceiro comercial do Brasil, Trump afirmou que pretende encontrar o presidente Xi Jinping em breve e espera alcançar um acordo satisfatório para ambas as nações. O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, ressaltou que um entendimento com o Brasil pode demandar tempo, mas defendeu que seria mais vantajoso para os dois países fortalecer laços comerciais diante da influência chinesa. “Acreditamos que, a longo prazo, é benéfico para o Brasil nos tornar seu parceiro comercial preferencial em vez da China — por causa da geografia, por causa da cultura, por causa de um alinhamento em muitos aspectos”, disse Rubio. Caso Trump peça um afastamento de projetos da China, Lula iria rejeitar firmemente, afirmou um estrategista do governo brasileiro ao Estadão. Ministro Mauro Vieira fala com imprensa após reunião de Lula e Trump https://t.co/n9DhVAnpQ1 — Lula (@LulaOficial) October 26, 2025 “Obviamente, temos alguns problemas com o Brasil, particularmente como eles têm tratado alguns de seus juízes, têm tratado o setor digital nos Estados Unidos, os indivíduos localizados nos Estados Unidos por meio de postagens nas redes sociais”, prosseguiu Rubio. “Teremos que trabalhar nisso também. Isso se tornou um emaranhado em tudo isso. Mas o presidente vai explorar se há maneiras de superar tudo isso, porque achamos que será benéfico fazê-lo. Vai levar algum tempo.” Lula entregou a Trump uma pauta escrita com os principais interesses brasileiros. Durante a coletiva de imprensa antes da reunião, Lula solicitou a retirada dos jornalistas para otimizar o tempo das negociações. Trump concordou e comentou o teor repetitivo das perguntas recebidas. Na reunião, além dos presidentes, participaram assessores e ministros, como: O andamento das negociações será retomado ainda neste domingo, sem horário definido. Trump e Lula estão na Malásia para participar da 47ª reunião de cúpula da Associação de Nações do Sudeste Asiático.
Análise da Proposta (PEC 12/2022): Porque os Prefeitos devem ter o terceiro mandato consecutivo!?

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 12/2022, em tramitação no Senado Federal, é uma iniciativa de grande impacto que visa uma reforma política significativa no Brasil. Pontos Centrais da PEC 12/2022: Fim da Reeleição para o Executivo: O principal ponto da proposta é proibir a reeleição para os chefes do Poder Executivo (Presidente da República, Governadores e Prefeitos) para o período subsequente. Ampliação dos Mandatos: A PEC propõe aumentar a duração dos mandatos desses cargos de quatro para cinco anos.Unificação das Eleições (Objetivo Final): A proposta inclui um cronograma de transição (que sofreu modificações e emendas) visando, no longo prazo (em algumas versões, a partir de 2034), unificar as eleições, realizando todos os pleitos (Executivo e Legislativo) em uma mesma data, a cada cinco anos. Análise da Proposta (PEC 12/2022) A PEC 12/2022 é polarizadora, gerando debates robustos sobre seus potenciais benefícios e riscos para a democracia e a governança. 1. Argumentos Favoráveis: Isonomia Eleitoral e Alternância de Poder: O fim da reeleição busca eliminar a vantagem inerente do governante em exercício, que pode utilizar a “máquina pública” em benefício de sua campanha. Ao forçar a alternância, espera-se uma maior oxigenação da política e um campo de disputa mais equilibrado. Melhor Foco na Governança: Sem a preocupação de uma reeleição imediata, o chefe do Executivo teria mais tranquilidade para tomar decisões impopulares, mas necessárias (especialmente no último ano de mandato), focando em projetos de longo prazo e no interesse público, em vez de medidas de curto prazo visando apenas a aprovação popular para o pleito. Redução de Custos e Racionalização: A unificação dos pleitos tem o potencial de reduzir drasticamente os custos do sistema eleitoral, tanto para o erário público (organização das eleições) quanto para os partidos e candidatos (campanhas). 2. Riscos e Críticas: Problemas de Accountability (Responsabilização): Mandatos mais longos (cinco anos) sem a possibilidade de reeleição imediata podem reduzir a capacidade de o eleitor “premiar” ou “punir” um governante pelo seu desempenho. O gestor pode ter um incentivo menor para ser responsivo à população, sabendo que só será avaliado (e substituído) após cinco anos. Duração Insuficiente (Quatro Anos vs. Cinco Anos): Alguns críticos argumentam que quatro anos com reeleição é o ideal: se for bom, fica; se for ruim, sai. Outros consideram que quatro anos é muito pouco para implementar projetos estruturantes, e que cinco anos sem reeleição traria a estabilidade necessária, mas sem o risco de eternização no poder. Há ainda a visão (minoritária no debate atual, mas presente) de que um mandato de oito anos, sem reeleição, seria o ideal para garantir o planejamento de longo prazo. Complexidade da Transição: As regras de transição necessárias para alinhar os diferentes ciclos eleitorais (Executivo, Legislativo, Senadores) são complexas, longas e politicamente delicadas, gerando insegurança jurídica e imprevisibilidade no sistema eleitoral por anos. Conclusão da Análise A PEC 12/2022 representa uma tentativa ambiciosa de aprimorar a democracia brasileira ao mitigar o uso da máquina pública para fins eleitorais e ao promover a alternância de poder. No entanto, o dilema central é encontrar o equilíbrio entre a estabilidade necessária para governar e a obrigação de prestar contas aos eleitores (accountability). Se aprovada, a PEC 12/2022 poderia levar a uma política mais focada em resultados de longo prazo. Contudo, é fundamental que o debate se aprofunde nas regras de transição e na fiscalização do Executivo, para que a ampliação do mandato não resulte em um enfraquecimento da vigilância cívica e da capacidade de resposta do governante às demandas populares.
OPINIÃO: “A Inversão Moral e a Fragilidade da Segurança”, a fala de LULA foi um Tiro no Pé do Planalto

POR EDSON SAMPAIO A recente declaração do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao classificar traficantes como “vítimas dos usuários”, não é apenas um “tropeço grave” de retórica; é um profundo e perigoso erro de cálculo político e moral que expõe a fragilidade do governo em um dos temas mais sensíveis e urgentes para o Brasil: a segurança pública. Em um país refém do crime organizado, onde o tráfico de drogas desestrutura famílias, domina territórios e mata milhares anualmente, a fala presidencial soa como um acinte, uma inversão cínica do papel de algozes e vítimas. Lula, conhecido por sua habilidade de se conectar com as massas, parece ter perdido o pulso da realidade das ruas. A tentativa de humanizar o criminoso, que em tese poderia buscar uma discussão sobre a complexidade social, na prática, banaliza a violência e choca o senso comum. A Estratégia do Ostracismo Politicamente, o timing da declaração é desastroso. O governo já enfrenta uma crescente pressão pela escalada da criminalidade e pela percepção de leniência em relação aos grupos criminosos. Ao “passar pano” para traficantes, o Presidente não apenas forneceu uma munição de ouro para a Oposição — que prontamente explorou o tema com a força do sentimento de revolta popular — como também desautorizou suas próprias forças de segurança e minou a confiança de seus aliados mais pragmáticos, que agora se veem em uma posição defensiva e constrangedora. O discurso de Lula revela uma dissonância ética e política perigosa. Em vez de focar na repressão firme ao crime organizado e no fortalecimento das políticas de segurança, a declaração desloca o foco para uma tese de vitimização social que, embora possa ser tema de debate acadêmico, é inaceitável no púlpito presidencial. O líder máximo da nação não pode confundir compaixão social com a anistia moral a quem exerce a violência. O Peso da Palavra Presidencial A repercussão nas redes, com a hashtag #VítimasSomosNós em destaque, demonstra que a reação não é apenas política, mas visceral. Famílias de vítimas da violência têm a absoluta razão em se sentir desrespeitadas. O papel de um presidente é o de proteger os cidadãos de bem, garantir a lei e a ordem, e expressar solidariedade inequívoca com aqueles que sofrem a perda. Essa crise de comunicação é, na verdade, uma crise de percepção política. Ela lança uma sombra de dúvida sobre a firmeza do governo em enfrentar a criminalidade. Se o Planalto não for capaz de distinguir com clareza entre o criminoso e o cidadão, como poderá elaborar políticas de segurança eficazes? O episódio deve servir de alerta. Em um cenário de polarização intensa, frases improvisadas e irresponsáveis não são meros deslizes, mas golpes na credibilidade que corroem a base de apoio e dão força ao discurso de oposição. O país exige firmeza, responsabilidade e respeito à dor das vítimas, não retóricas que ofendem o bom senso e fragilizam a luta contra o crime. A retratação tardia não apaga o dano; ela apenas confirma o erro catastrófico. O governo precisa urgentemente reajustar seu discurso de segurança antes que o preço político se torne impagável.
“LULA “O Discurso Que Ultrapassou o Limite: Quando a Retórica Presidencial Ofende o Bom Senso

Brasília, 25 de outubro de 2025 — A fala recente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao afirmar que “traficantes são vítimas dos usuários”, provocou uma onda de indignação em todo o país. A declaração, feita durante uma agenda internacional, foi vista por especialistas e pela população como um tropeço grave, que banaliza o sofrimento de milhões de brasileiros reféns da violência e do tráfico de drogas. A frase que chocou o país O comentário surgiu de forma aparentemente improvisada, mas teve repercussão imediata e devastadora. Ao inverter o papel entre criminosos e vítimas, o presidente abriu uma crise de imagem dentro e fora do Palácio do Planalto. A tentativa de retratação veio horas depois — tarde demais para conter a enxurrada de críticas que se espalhou nas redes sociais e na imprensa. “É inaceitável romantizar o crime organizado”, reagiu um delegado da Polícia Federal. “Quem mata, quem destrói famílias e domina territórios não pode ser tratado como vítima — são predadores da sociedade.” O impacto político A fala de Lula chega em um momento de alta tensão, em que o governo já enfrenta pressão por causa da escalada da criminalidade e do avanço do tráfico em comunidades periféricas. A oposição não perdeu tempo em explorar o episódio, acusando o presidente de desrespeitar as vítimas da violência e de “passar pano” para criminosos. Nos bastidores, aliados próximos admitiram o desconforto. Um ministro, sob anonimato, reconheceu que “a declaração foi desastrosa e deu munição aos adversários num tema em que o governo é vulnerável”. A reação das ruas Nas redes sociais, o termo #VítimasSomosNós ficou entre os assuntos mais comentados. Familiares de vítimas da violência usaram as plataformas para expressar revolta. “Meu filho foi assassinado por traficantes. Que tipo de país é esse em que o presidente chama assassinos de vítimas?”, desabafou uma mãe em publicação viral. O episódio revela não apenas uma falha de comunicação, mas um grave erro de percepção política. Ao tentar humanizar criminosos, o governo acabou soando distante da realidade das ruas — onde a violência é diária e o medo é constante. O peso de uma frase No poder, as palavras são tão letais quanto atos. E neste caso, o discurso ultrapassou a fronteira entre empatia e insensatez. Ao confundir vítimas com algozes, o presidente desferiu um golpe na credibilidade de suas próprias políticas de segurança e expôs o governo a uma tempestade ética e moral. O episódio deve servir de alerta: em tempos de descrença e polarização, o país precisa de líderes que falem com firmeza, responsabilidade e respeito — não de frases improvisadas que soam como ofensa à dor de quem já perdeu tudo para o crime.
Prefeitura continua com os trabalhos de Pavimentação no Bairro São Sebastião em Manicoré

A Prefeitura de Manicoré segue ampliando os trabalhos de pavimentação no município. Desta vez, as obras chegam ao Bairro São Sebastião, beneficiando moradores com mais infraestrutura e qualidade de vida. O prefeito Lúcio Flávio ressaltou que as ações fazem parte do compromisso da gestão em levar desenvolvimento a todas as áreas da cidade. Ele também agradeceu o apoio do deputado Roberto Cidade, que tem sido um importante parceiro nas conquistas do município. As obras de pavimentação seguem em diferentes frentes de trabalho e fazem parte do plano municipal de infraestrutura urbana, que visa melhorar a mobilidade e valorizar os bairros. *Com informações Altemar Reis
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Ana Castela encanta em turnê por Portugal e recebe elogio de Zé Felipe: ‘Linda’

Ana Castela, de 21 anos, está em turnê por Portugal e compartilhou nas redes sociais, nesta sexta-feira (24), alguns registros da viagem. As fotos chamaram atenção dos fãs e também de Zé Felipe, de 27, que comentou: “Lindaaa”, com um emoji de coração. O casal vive um romance desde meados deste ano. Na legenda, Ana escreveu: “Porto, vocês já sabem como é, né? Hoje é dia de fazer tudo tremer de novo! Bora fazer históriaaa”. A cantora embarcou para a Europa na madrugada de quinta-feira (23), data em que foi comemorado o aniversário de 3 anos de Maria Flor, filha do cantor com Virginia Fonseca, em Goiânia. Dias antes da festa, Zé Felipe mostrou a namorada presenteando os filhos com brinquedos. No vídeo, Maria Alice, de 4 anos, e Maria Flor, de 3, aparecem agradecendo à “tia Ana”. O caçula, José Leonardo, tem 1 ano. Confira: Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por BOIADEIRA ® (@anacastelacantora)
Ex-BBB Isabelle Nogueira se apaixona durante viagem ao Jalapão: ‘Que sensação é essa?’

Isabelle Nogueira, de 32 anos de idade, compartilhou, neste sábado (25), como foi sua experiência no Jalapão, em Tocantins. A influenciadora e ex-BBB postou cliques de tirar o fôlego em uma “lagoa azul”. Para o momento, ela apostou em um maiô ultradecotado com estampa de oncinha. Na legenda, ela detalhou como foi a viagem. “Primeira vez no Jalapão e já tô apaixonada! Fui conhecer um fervedouro e, sério, que sensação é essa? A água é quentinha, me empurra, me segura, parece que tem vida! A energia daqui é surreal, natureza linda, céu aberto e uma paz que dá vontade de morar dentro d’água. Era um sonho vir pra cá, e tá sendo ainda melhor do que eu imaginei!”, escreveu Isabelle. Nos comentários, a ex-BBB ganhou elogios. “Que gata, maravilhosa”, disse uma pessoa. “Uma Deusa! Deusa das deusas. Amando tudo que você está mostrando”, declarou outra. “Que demais te ver aproveitando cada momento, Isabelle! Essa foto transmite uma paz e uma alegria que contagiam. Viva intensamente!”, acrescentou mais uma. A influenciadora, que ficou conhecida como Cunhã no BBB 24 tem viajado com frequência. No mês passado, ela esteve em Tulum, no México, e compartilhou registros de biquíni durante sua visita ao Cenote Dos Ojos, um dos pontos turísticos mais famosos da região. Isabelle destacou a beleza natural do local e comparou a experiência às paisagens do Amazonas, de onde é natural.