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Auxílio emergencial deve voltar em março, com quatro parcelas mensais de R$ 250

Auxílio emergencial deve voltar em março, com quatro parcelas mensais de R$ 250. O anúncio foi feito pelo presidente Jair Bolsonaro, durante live semanal em suas redes sociais. A expectativa do governo é retomar o crescimento econômico. O novo benefício deve substituir o auxílio pago ao longo de 2020, como forma de mitigar os impactos financeiros provocados pela pandemia da Covid-19, especialmente sobre a população mais pobre e trabalhadores informais. Mas o pagamento das parcelas em 2021 ainda precisa ser proposto pelo governo ao Congresso Nacional e aprovado pelos parlamentares.

Roberto Cidade destina R$ 1 milhão em emendas a saúde para municípios do AM

Os municípios de Maués e Barreirinha, no Baixo Amazonas, foram beneficiados com a liberação de R$ 500 mil, para cada, pelo governo do Estado, resultante de emendas do deputado Roberto Cidade (PV) ao Orçamento estadual. Os recursos são para a compra de medicamentos e produtos de saúde para as populações locais. A verba ajudará a mitigar os efeitos da pandemia do novo coronavírus nos dois municípios. “Nossos irmãos do interior sofrem muito com esta pandemia. Espero que essas duas emendas possam amenizar a dor das pessoas. Serão mais remédios para ajudar a vencer o coronavírus”, disse o deputado. O Prefeito de Barreirinha, Glênio Seixas (MDB), agradeceu a destinação da verba e destacou que o dinheiro será aplicado no planejamento do município durante a pandemia. “A articulação com o deputado é fundamental para continuarmos executando ações eficientes no suporte à saúde municipal”, disse. 

Ao todo, 10 mil famílias da calha do Juruá receberão o benefício, que chega no momento em que esses municípios enfrentam não só a pandemia, mas também a cheia dos rios.

Em evento no Ceará, Bolsonaro volta a defender fim das medidas restritivas

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) voltou a defender o fim das medidas restritivas em todo o país. As declarações foram feitas durante um pronunciamento no Ceará, em evento de assinatura de um decreto de retomada de obras no estado. As declarações do presidente da República ocorrem em meio ao temor de um colapso no sistema público de saúde em diversos estados.  As únicas medidas de prevenção reconhecidas por autoridades sanitárias contra a Covid-19 incluem uso de máscara, distanciamento social, higienização das mãos e vacinação.  O presidente disse se sentir fortalecido ao visitar o nordeste. Ele afirmou ser alvo de ataques constantes, mas que não levarão à uma ação de desistência do mandato. “Tenho certeza de quando quando deixar o governo, entregarei um Brasil, apesar da pandemia, muito melhor do que aquele que recebi em janeiro de 2019”, afirmou. Bolsonaro também fez acenos ao Congresso Nacional ao afirmar que nunca teve tanto apoio quanto agora e que o Brasil tem apenas dois poderes, porque, segundo ele, o Executivo e o Legislativo trabalham juntos. “Não há intrigas entre nós, há vontade de trabalhar”, afirmou. 

David Almeida acompanha Revitalização do conjunto Viver Melhor 1 e 2

Desde o último dia 8, a Prefeitura de Manaus realiza ação de revitalização no conjunto habitacional Residencial Viver Melhor 1 e 2, localizado na zona Norte. Nesta sexta-feira (26), os trabalhos realizados pelas secretarias municipais de Infraestrutura (Seminf) e de Limpeza Urbana (Semulsp) foram acompanhados pelo prefeito David Almeida, que pediu celeridade e zelo na reta final da recuperação. A expectativa é de que as obras sejam finalizadas na próxima semana. Ao todo, mais de 70% das obras de serviços básicos já foram concluídas no local. Cerca de quatro equipes da Seminf estão trabalhando nas 70 vias do conjunto, executando os serviços de tapa-buracos, desobstrução de bueiros, drenagens profunda e superficial, recapeamento com massa à base de Concreto Betuminoso Usinado a Quente (CBUQ), bem como melhorias no subsolo, para posteriormente seguir com os trabalhos no Viver Melhor 1. “A Prefeitura de Manaus está presente em toda a cidade. Não poderíamos esquecer a população que mora no Viver Melhor. Já avançamos bastante na revitalização do residencial e vamos continuar trabalhando para oferecer uma melhor qualidade de vida para todos os moradores da nossa cidade. Manaus tem pressa, e vamos seguir visitando e acompanhando as ações que estão sendo realizadas. Juntos vamos construir uma cidade melhor para todos”, afirmou Almeida.

MP de Privatização da Eletrobras recebe 570 emendas de parlamentares

Deputados e senadores apresentaram 570 emendas ao texto da Medida Provisória (MP) 1.031/21, que trata da privatização da Eletrobrás. O prazo foi encerrado às 23h59 de ontem (25). O texto sugere que o modelo de privatização da Eletrobras deverá ocorrer por meio de aumento da oferta de ações ao mercado, de modo que a União, que hoje tem 60% da Eletrobras, tenha sua participação acionária reduzida e passe a ser acionista minoritária. A União poderá também promover oferta pública de ações de sua propriedade. A MP foi entregue pelo presidente Jair Bolsonaro aos presidentes da Câmara, Arthur Lira, e do Senado, Rodrigo Pacheco, na última terça (23). Debate antigo  O texto mais recente é bem parecido com o de outras duas propostas que tiveram a mesma finalidade: o projeto de lei proposto pelo governo Bolsonaro no final de 2019 que acabou não avançando no Congresso, e com o proposto pelo governo Temer, no início de 2018, que foi arquivado. A diferença é que a MP tem tramitação mais célere e, por isso, pode ajudar a destravar a discussão. Por enquanto, ainda não há definição de relatores da proposta na Câmara e no Senado. Efeito imediato Para evitar problemas no processo, um dos únicos poderes imediatos da vigência da MP da Eletrobras é a liberação para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) iniciar estudos sobre o modelo de privatização da estatal. Fora isso, as outras medidas só terão efeito depois que o texto for aprovado e sancionado.

Banco Central tem lucro recorde de R$ 469,6 bilhões em 2020

A forte alta do dólar no ano passado fez o Banco Central (BC) fechar 2020 com lucro recorde de R$ 469,61 bilhões. O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou hoje (26) o balanço com as contas da instituição financeira no ano passado. Do lucro total, R$ 61,97 bilhões correspondem ao lucro operacional (ganhos com o exercício da atividade) e R$ 407,64 bilhões ao lucro com reservas internacionais e derivativos cambiais (como os swaps, que equivalem à venda de dólares no mercado futuro). A moeda norte-americana, que subiu 29,3% ano passado, multiplica o valor em reais das reservas internacionais, que fecharam 2020 em US$ 355,6 bilhões, praticamente estável em relação a 2019 (US$ 359,4 bilhões). Isso ampliou os ganhos da autoridade monetária, mesmo com a venda de cerca de US$ 25 bilhões das reservas externas pelo BC para segurar a alta do dólar. Outra parte do lucro cambial vem do resultado das operações de swap cambial, que funcionam como venda de dólares no mercado futuro. Desde 2008, o banco registra os resultados operacionais e cambiais de forma separada. No primeiro semestre do ano passado, quando o dólar passou a disparar, o BC teve lucro operacional de R$ 24,75 bilhões e ganhos de R$ 478,47 bilhões com as operações cambiais. Desse total, R$ 325 bilhões foram transferidos ao Tesouro para recompor o “colchão da dívida pública”, reserva financeira usada em momentos de turbulência, como a pandemia de covid-19. No segundo semestre, quando o dólar se estabilizou e passou a cair, o BC teve lucro operacional de R$ 37,22 bilhões e prejuízo de R$ 70,83 bilhões com as operações cambiais. No total, a autoridade monetária teve perda de R$ 33,61 bilhões no segundo semestre. Por causa da nova legislação que regulamenta a relação entre o Banco Central e o Tesouro, a destinação dos lucros da autoridade monetária mudou. Os lucros vão para uma reserva interna do BC que aumentará o patrimônio líquido do banco e será usada para abater prejuízos futuros com as operações cambiais.

Lançamento de satélite dará projeção ao Brasil, diz presidente da AEB

A Agência Espacial Brasileira (AEB) está em contagem regressiva para o lançamento do satélite Amazônia 1 que ocorre na madrugada deste domingo (28). O satélite com produção e operação totalmente nacional será enviado ao espaço com uma missão específica: acompanhar de perto a Terra, em especial, a região amazônica. O lançamento é parte da Missão Amazônia que, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), tem por objetivo monitorar áreas desmatadas, agrícolas, além de desastres ambientais. O satélite Amazônia 1 será lançado pela Agência Espacial Indiana, em Sriharikota, às 1h54, no horário de Brasília. O lançamento será transmitido ao vivo pela Agência Brasil e pela TV Brasil. Em entrevista exclusiva à Radioagência Nacional, o presidente da Agência Espacial Brasileira, Carlos Moura, que acompanha a comitiva na Índia, disse que o momento é de expectativa e também de projeção do Brasil. Radioagência Nacional: Estamos vivendo um momento astronômico com algumas missões que buscam olhar para o universo profundo em busca de novos planetas, novos mundos. O Amazônia 1 busca olhar para dentro, para o planeta Terra e, em especial, para a Amazônia. Na sua avaliação, como estas missões se complementam? Carlos Moura: Naturalmente, ambas as missões são muito importantes. Os sistemas espacias, os satélites que observam a Terra a partir de um ponto de vista privilegiado, eles nos permitem conhecer melhor os nossos oceanos, os nossos biomas, a nossa atmosfera, compreender melhor esse conjunto de fatores fazem com que este planeta, até onde se saiba, seja o que contém as melhores condições de vida na forma como nós a conhecemos. Entender melhor nosso planeta é uma questão que afeta o nosso dia a dia e afeta também as gerações futuras. Por isso, é importantíssimo para a sustentabilidade da Terra e da humanidade. Agora, se projetar para outros corpos celestes, tentando entender melhor como eles evoluíram, o que acontece com eles, por exemplo, o que acontece com a atividade solar que influencia as comunicações, os sistemas de energia na Terra têm uma aplicação prática que já ocorre, chama meteorologia espacial, algo que nós já estudamos no nosso dia a dia. E existem missões que procuram entender como ocorreu a evolução de outros corpos, se houve vida ou não, se eles têm componentes materiais que podem ser úteis para humanidade ou não. Então, é um desbravamento. Assim, como aconteceu séculos atrás com as grandes navegações, hoje a humanidade também se projeta rumo a esses outros corpos celestes e para fazer isso existe uma demanda de desenvolvimento científico e tecnológico muito forte. Esse esforço que a humanidade faz também tem desdobramos interessantes em termos de materiais, de comunicação, de sistemas de controle. Algo que também pode ter desdobramentos no nosso dia a dia. Radioagência Nacional: Como o lançamento de um satélite com tecnologia brasileira poderá ajudar no monitoramento de áreas ambientais e no combate ao desmatamento no país? Moura: O satélite Amazônia 1, que é um satélite de sensoriamento remoto óptico, vai dar autonomia para o Brasil de monitorar melhor os seus diversos biomas, os seus mares, todos os alvos de interesses que nós temos, porque é um satélite que estará sob domínio completo do Brasil. É uma tecnologia que foi desenvolvida no país e ela tem a função de complementar o que já é feito hoje com os satélites desenvolvidos em cooperação com a China. Então, esses satélites têm uma órbita heliossíncrona e eles vão percorrendo a superfície da Terra e vão fazendo imagens de faixas da Terra e você tem uma atualização que demora, às vezes, cinco dias ou até mais. Ele não tira imagens todo dia do mesmo local. Quando você tem dois ou três satélites você tem a possibilidade de atualizar com maior frequência as informações, inclusive naqueles locais onde havia cobertura de nuvens e o satélite passou e não conseguiu enxergar através das nuvens. Então, essa operação conjunta do Amazônia 1 com os outros dois satélites vai nos dar um conjunto melhor de informações para os nossos sistemas de monitoramento para os diversos fins, sejam ambientais, de agricultura ou de segurança inclusive. Radioagência Nacional: Este projeto, como destaca o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais é todo nacional, mas o Brasil tem firmado parcerias como com a China e com a Índia, por exemplo. O que podemos esperar para o futuro? Moura: Sobre parcerias com outros países, nós temos, sim, a intenção de ampliar o que nós já fazemos. Eu citaria no âmbito científico um projeto que envolve o ITA [Instituto Tecnológico de Aeronáutica], o Inpe, a Nasa e universidades americanas. Temos o Itasat 2 que é uma constelação de três satélites que envolverá uma universidade israelense, o ITA e o Inpe e possivelmente a Nasa e outras universidades. Então, na atividade científica já é comum os países compartilharem missões porque isso nos permite utilizar melhor as nossas capacidades, os recursos e minimizar determinados riscos, mas também no âmbito de aplicações, existem esforços com os países europeus, com os americanos, os russos e japoneses. Então, isso é uma prática comum e o Brasil pretende, sim, se inserir nisso. Nós temos dois desafios interessantes pela frente: a sonda lunar israelense deve ser lançada em 2024 e o programa Artemis, da Nasa, liderando a volta da humanidade à Lua. Então, fomos convidados a participar e esperamos que encontremos um nicho que permita também a participação da nossa ciência, nossa tecnologia, nossa engenharia, nossa indústria. E ainda sobre parcerias é importante mencionar que nós temos países da América do Sul, países que estão na América Central e toda a região de influência do Atlântico Sul. Os países africanos, afinal, existem meios ou atividades meteorológicas, riquezas que podem e devem ser mais bem conhecidas e mais bem exploradas por esses países. Então, poder agregar países com ferramentas que nos permitam conhecer melhor e fazer uma melhor gestão é muito importante. Até para outras atividades, por exemplo, controle de ilícitos, pirataria, uma série de dificuldades, desafios que os países enfrentam. Se eles estiverem trabalhando de forma conjugada, o esforço fica menor para cada um e fica mais efetivo no seu resultado. Então, a possibilidade de desenvolver satélites de menor porte, constelações de satélites, pegando diversas aplicações seja de observação da Terra, de coleta de dados, satélites-radar, existe uma infinidade de aplicações que estes sistemas espaciais podem ter e nós acreditamos que unir ao nosso estratégico é uma perspectiva concreta e que deve se realizar nos próximos anos. Radioagência Nacional: Como está a expectativa de presenciar aí de perto o lançamento desta missão?

Governo do Amazonas está executando algumas ações de ajuda às pessoas que foram afetadas pela enchente, como a entrega do Auxílio Estadual e a antecipação do Merenda em Casa. Confira no Vídeo :

Wilson Lima leva novas doses de vacina contra a Covid-19 e ajuda humanitária para municípios afetados pela cheia

Saúde – O titular da Secretaria de Estado de Saúde (SES-AM), Marcellus Campêlo, enfatiza que o repasse de recursos por meio do Fundo de Fomento ao Turismo, Infraestrutura, Serviços e Interiorização do Desenvolvimento do Amazonas (FTI) tem sido de grande importância, auxiliando as prefeituras a executarem melhorias na área da saúde. “Nós vamos apoiar os municípios, os prefeitos e os secretários de saúde tanto na intensificação do apoio à vacinação contra a Covid-19, como também no reforço às ações que nós já fazemos durante todo o ano. Nós estamos com o repasse do FTI já passado aos municípios e temos recurso do Governo Federal que também será repassado”, afirmou Campêlo. De acordo com ele, em 2021 já foram repassados, por meio do FTI, R$ 528.626,83 para Eirunepé; R$ 330.388,02 para Guajará; e R$ 528.626,63 para Boca do Acre. Marcellus ressalta, ainda, que a assistência vai atuar em parceria com a vigilância, no combate à proliferação de outras doenças, nos municípios atingidos pela enchente. “Fundamentalmente nós vamos trabalhar com a Fundação de Vigilância em Saúde e suas equipes, para trabalhar as consequências das enchentes, que trazem doenças de veiculação hídrica. Nós temos principalmente as doenças diarreicas e a proliferação de dengue, por exemplo, e também a questão da malária, que por conta desse período acaba intensificando muito. Tudo isso, somado à Covid-19, preocupa a área da saúde e é preciso que nós façamos essa ação integrada com os municípios”, avaliou o secretário de Saúde. Enchente – As prefeituras de Boca do Acre e Eirunepé decretaram situação de emergência por inundação. Guajará está em situação de transbordamento, de acordo com dados da Defesa Civil do Amazonas. O aumento do volume de chuvas, com o período sazonal, tem sido acompanhado diariamente pela Defesa Civil do Amazonas, através de monitoramento das nove calhas de rios que compõem o Estado (Alto Solimões, Triângulo – Juruá, Jutaí e Solimões -, Purus, Alto Juruá, Madeira, Alto Rio Negro, Rio Negro e Solimões, Médio Amazonas e Baixo Amazonas). O trabalho é feito através do Centro de Monitoramento e Alerta (Cemoa), que atua com a coleta de informações junto aos órgãos oficiais, a exemplo da Agência Nacional de Águas (ANA), do Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam) e da Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM).