Arrascaeta recebe troféu de Rei da América 2025. Veja vídeo

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Candidato ao BBB 26 na Casa de Vidro, ‘Brigido Legendário’ já fez propaganda de motel com Patixa Teló

Brasil – Bastaram poucos minutos após o anúncio dos nomes que compõem a Casa de Vidro do BBB 26 em Manaus para que o passado de Brígido Neto viesse à tona da forma mais icônica possível. O diretor de escola e empreendedor, que agora busca uma vaga no reality mais vigiado do Brasil, já foi “par romântico” da maior personalidade da história recente do Amazonas: Patixa Teló. Outras polêmicas: Antes mesmo de disputar uma vaga no BBB 26, Brigido Neto já vem chamando atenção do público fora das câmeras. O manauara de 34 anos é empresário, engenheiro de produção e diretor executivo de uma escola particular fundada pela família há mais de quatrodécadas, o que não evitou ele de demitar a própria mãe. Além disso, ele diz que sua maior transformação aconteceu longe dos holofotes, durante uma imersão espiritual no grupo cristão “Legendários”. O “Job” de Milhões Internautas “investigadores” resgataram uma campanha publicitária datada de 2018, na qual Brígido estrela um comercial de um motel local. O que chamou a atenção, porém, não foi a estrutura do estabelecimento, mas sim a química em cena. Nas imagens, o agora candidato ao BBB aparece em clima de romance, dividindo lençóis e simulando beijos com Patixa, a influenciadora que se tornou símbolo de alegria e inclusão no Norte do país. Reação da Web: “Currículo de Respeito” A conexão com Patixa Teló — que faleceu em 2025, deixando um legado de memes e carinho — foi recebida como um “selo de aprovação” pelos manauaras. Para muitos, ter trabalhado com a “Rainha” é o maior indicativo de que Brígido sabe entregar entretenimento. “Ele não precisa de mais nada, já tem a benção da nossa madrinha Patixa”, comentou um internauta. Outros brincaram com o fato de Patixa ter “visitado” a casa do BBB 26 em uma ação especial da Globo dias antes, chamando o encontro de “prenúncio do destino”. A Disputa na Bolha de Vidro Brígido, que se define como um estrategista nato e “inimigo do fim”, agora enfrenta a pressão da redoma de vidro instalada em sua terra natal. Ele disputa uma das duas vagas destinadas à região Norte contra os colegas Alana, Jander e Rebeca. Curiosidade: Patixa Teló foi homenageada recentemente pela produção do programa, reforçando a importância da cultura regional nesta edição do BBB, que apostou em seletivas e dinâmicas descentralizadas pelo Brasil.
Michelle revela ‘medo real’ com condições de Bolsonaro na prisão

A condição de saúde de Bolsonaro e os protocolos de segurança adotados pelas autoridades geram críticas. Relatos sobre acompanhamento médico e medidas de vigilância têm ampliado a atenção sobre o tema principalmente após o acidente sofrido pelo ex-presidente. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro afirmou na sexta-feira (9) que o ex-presidente Jair Bolsonaro tem apresentado tonturas ao se levantar, o que, segundo ela, aumenta o risco de uma nova queda. Em publicação nas redes sociais, Michelle atribuiu o problema aos efeitos de medicamentos em uso. Segundo ela, a situação provoca preocupação constante com a possibilidade de acidentes. “Hoje soube, por meio do advogado, que Jair está com perda de equilíbrio ai se levantar, em decorrência dos medicamentos. Mesmo assim, o quarto segue trancado”, escreveu. Michelle também comparou os atuais procedimentos de segurança com os adotados anteriormente. De acordo com ela, quando a custódia era feita pela Polícia Federal, a porta da cela permanecia aberta. Segundo o relato, a dinâmica mudou após a responsabilidade passar para a Polícia Penal, momento em que o quarto passou a ficar fechado durante todo o tempo. “O medo é real: ele pode cair novamente e ninguém ouvir. Até quando essa maldade vai durar?”, questionou a ex-primeira-dama na publicação. Ela afirmou ainda que as autoridades estariam cientes da gravidade do quadro e dos riscos associados à permanência do ex-presidente trancado no quarto por 24 horas. De acordo com Michelle, Bolsonaro apresenta tonturas contínuas em razão das medicações, o que, na avaliação dela, eleva os riscos à saúde. As declarações também mencionam a responsabilidade do poder público sobre a situação do ex-presidente enquanto estiver sob custódia do Estado. “A integridade física dele é responsabilidade do estado”, concluiu. Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por Michelle Bolsonaro (@michellebolsonaro) (Foto: EBC; Fonte: CNN)
Flávio Bolsonaro lançará documentário pessoal com críticas a Alexandre de Moraes

O senador e pré-candidato à presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), lançará um documentário sobre sua trajetória, da infância à prisão do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. O filme terá cerca de 50 minutos e trará críticas ao ministro Alexandre de Moraes e à atuação do Supremo Tribunal Federal nos julgamentos relacionados à tentativa de golpe e aos atos de 8 de janeiro. Segundo a CNN Brasil, aliados do senador afirmam que o documentário busca explorar a relação familiar, tentando humanizar Flávio Bolsonaro aos olhos do eleitor. Ainda não há título oficial divulgado, mas a produção deve se chamar “Bolsonaro: de pai para filho”. Desde o lançamento da pré-candidatura, em 7 de dezembro, Flávio tenta transferir votos do eleitorado de seu pai para si, mas especialistas apontam que a tarefa não será simples. A pesquisa Pulse Brasil Latam, do instituto AtlasIntel em parceria com a Bloomberg, divulgada em dezembro, mostra que Flávio aparece com 41% das intenções de voto, contra 53% do petista. A diferença de 12 pontos é maior do que a observada entre Lula e Jair Bolsonaro. (Foto: reprodução; Fonte: InfoMoney; CNN)
Em reviravolta, EUA retiram acusação de Maduro chefiar ‘Cartel de Los Soles’

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos modificou a denúncia contra Nicolás Maduro relacionada ao Cartel dos Sóis, organização venezuelana acusada de narcotráfico. A nova versão apresenta tom mais ameno e não atribui ao presidente venezuelano o posto de líder do grupo. A alteração, destacada pelo The New York Times, marca uma divergência em relação à acusação formalizada em 2020, que havia motivado a prisão de Maduro. O presidente da Venezuela e a primeira-dama, Cilia Flores, foram detidos por forças norte-americanas e levados para Nova York no sábado (3) durante operação militar dos EUA. Segundo o novo documento, Maduro “participa, protege e perpetua uma cultura de corrupção de enriquecimento a partir do tráfico de drogas”. O relatório descreve Maduro como integrante de um sistema de corrupção que envolve elites civis, militares e de inteligência, com recursos direcionados ao suposto Cartel dos Sóis. Especialistas apontam que a linguagem suavizada indica que o grupo não existe como entidade criminosa estruturada. Apesar das mudanças, os EUA continuam classificando o Cartel dos Sóis como organização terrorista, responsabilizando sua liderança por apoiar outros grupos, como Tren de Aragua e Cartel de Sinaloa, em conspiração para envio de entorpecentes aos EUA. O texto revisado enfatiza que Maduro “participa, perpetua e protege uma cultura de corrupção na qual poderosas elites venezuelanas se enriquecem com o narcotráfico e a proteção de seus parceiros no tráfico”, com lucros destinados a funcionários corruptos. O Cartel dos Sóis é mencionado apenas duas vezes no documento, como referência a um sistema de clientelismo. As declarações públicas do ex-presidente Donald Trump, porém, mantêm a versão de que Maduro liderava diretamente o cartel. O secretário de Estado Marco Rubio afirmou que o líder do grupo está sob custódia nos EUA e respondendo à justiça americana. Do ponto de vista jurídico, os tribunais americanos, os promotores precisariam comprovar a existência do cartel e a liderança direta de Maduro. Avaliações da DEA e do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime nunca mencionaram o Cartel dos Sóis. A nova acusação inclui seis réus: Maduro, Cilia Flores, o filho Nicolás Ernesto Maduro Guerra e Héctor Rusthenford Guerrero Flores, conhecido como Niño Guerrero, líder do Tren de Aragua. Dois outros supostos associados completam a lista. Héctor Guerrero Flores teria oferecido escolta armada em 2019, mas sem evidências de coordenação direta e contínua com Maduro. As acusações mantêm narcoterrorismo, tráfico de cocaína e posse de armas contra interesses dos EUA. O documento menciona conexões de Maduro com grupos armados e organizações de narcotráfico, incluindo FARC, ELN, Cartel de Sinaloa e Los Zetas. “Maduro e seus cúmplices colaboraram durante décadas com alguns dos traficantes e narcoterroristas mais violentos do mundo, contando com funcionários corruptos para distribuir cocaína aos EUA”, afirma o texto. A nova denúncia amplia o escopo pessoal do caso, incluindo Cilia Flores como ré pela primeira vez. Ela teria recebido subornos para facilitar encontros entre narcotraficantes e autoridades venezuelanas. Embora a caracterização do Cartel dos Sóis tenha sido suavizada, o Departamento de Justiça mantém firme a acusação contra Maduro e aliados por tráfico de drogas e crimes relacionados a armas, ampliando o alcance jurídico da operação. (Foto: divulgação; Fonte: El Pais; New York Times)
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