Menu

Aos 59 anos da Zona Franca, Felipe Lobo propõe novo ciclo estratégico para o Amazonas

WhatsApp
Facebook
Telegram
X
LinkedIn
Email
Pré-candidato a deputado estadual, consultor com mais de 20 anos de atuação no Polo Industrial afirma que a SUFRAMA será peça-chave na transição pós-Reforma Tributária e defende planejamento estruturado até 2073

Por: [Manuel Menezes]

Com quase 59 anos de criação — aniversário que será celebrado em 28 de dezembro de 2026 — a Zona Franca de Manaus chega a um momento que exige mais do que comemoração: exige posicionamento político firme em defesa da SUFRAMA e do modelo constitucional.

Ao longo de quase seis décadas, a SUFRAMA consolidou-se como a instituição responsável por garantir segurança jurídica, atrair investimentos e sustentar a competitividade do Polo Industrial de Manaus. Agora, diante da Reforma Tributária, seu papel deixa de ser apenas administrativo e passa a ser estratégico.

Especialista em Zona Franca, Felipe Lobo afirma que os 59 anos marcam o início de um novo ciclo institucional. Com mais de 20 anos de atuação direta no Polo Industrial, ele lidera um escritório de consultoria que já trouxe dezenas de empresas — nacionais e multinacionais — para se instalar na Zona Franca de Manaus, gerando emprego e renda para o Amazonas.

Segundo ele, sua equipe atua em todas as etapas do processo de implantação industrial, assessorando empresas em todas as áreas burocráticas, desde a estruturação do projeto até a obtenção de benefícios fiscais e tributários junto à SUFRAMA, Receita Federal e demais órgãos regulatórios.

“Eu não falo apenas como analista. Trabalhei por mais de duas décadas assessorando empresas que decidiram investir no Polo Industrial. Conheço cada fase do processo, cada exigência legal e cada desafio que o investidor enfrenta”, afirma.

Para Felipe, essa experiência prática reforça a necessidade de fortalecimento institucional da SUFRAMA neste momento de transição tributária.

A Emenda Constitucional nº 132 altera a lógica da arrecadação ao substituir tributos como ICMS, ISS, PIS e Cofins por IBS e CBS. Para um estado cuja produção é majoritariamente consumida fora de suas fronteiras, a regulamentação correta será determinante para manter a competitividade.

“Se a transição não for conduzida com rigor técnico, o Amazonas pode perder espaço. A SUFRAMA será a guardiã dessa nova fase.”

Ele defende protagonismo da autarquia na regulamentação dos fundos compensatórios e no acompanhamento das contrapartidas econômicas, além de segurança jurídica para investidores.

“Aos 59 anos, a Zona Franca precisa de uma SUFRAMA forte, técnica e respeitada nacionalmente. Não é apenas uma pauta econômica — é uma pauta estratégica para o futuro do Amazonas.”

Com vigência assegurada até 2073, restam 48 anos de prazo constitucional. Para Felipe, o aniversário deve servir como ponto de inflexão.

“Ou fortalecemos a SUFRAMA agora, com planejamento e liderança qualificada, ou corremos o risco de fragilizar o principal pilar econômico do estado.”